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quinta-feira, 27 de agosto de 2020
Historias e memorias
Porque é que as memorias são importantes? Porque duram para sempre.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 29 de julho de 2020
Florescer significa ir mais além do que somente sobreviver
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 30 de julho de 2014
As pessoas mais felizes gostam de pessoas
Somos mais parecidos uns com os outros do que aquilo que imaginamos. As pessoas mais felizes gostam de pessoas
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Fenomeno Binge Drinking
Este video revela o Binge Drinking entre os jovens ingleses, todavia o fenomeno é identico em relação aos jovens em Portugal.
Proporcione aos seus filhos uma educação realista sobre as consequencias negativas do consumo abusivo do alcool, por exemplo doenças sexualmente transmissiveis, gravidez indesejada, bullying, condução sob o efeito do alcool (crime), intoxicação aguda pelo alcool.
Fenómeno Binge Drinking entre os jovens - Abuso no consumo de bebidas alcoólicas, num período reduzido de tempo, cuja principal intenção é a intoxicação (embriaguez).
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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terça-feira, 16 de março de 2010
Adolescência - certo e errado
Adolescência:
Tomar decisões e fazer escolhas.
A
adolescência é uma fase de aquisição e estruturação da identidade, em que se
adquire competências para viver o mundo que nos rodeia e encontrar o lugar nele
(propósito e significado). Recorrência através de experiências de risco (ex. perigosas)
como situações de aprendizagem e referência para a construção da identidade e
limites nas relações com os outros. Grande parte da experiencia e maturidade que
adquirimos, como adultos, advém dos erros que cometemos. Será que colocamos
expectativas irreais nos nossos jovens?
Desde que nascemos iniciamos
um processo de aprendizagem e enriquecimento contínuo ao longo da vida (ex.
curiosidade, intuição, exploração e da dor/sofrimento).
Tomar decisões e fazer
escolhas, na adolescência, é o período “ideal” para essa aprendizagem de forma a
fomentar uma estrutura para a mudança (ex. alterações hormonais, sexualidade, o
cérebro está num processo de amadurecimento) e de resiliência (gestão da
adversidade). É um período fluente de motivação para a exploração e a
conquista. Os mecanismos que gerem as atitudes e os comportamentos dos
adolescentes influenciam mais o impulso (Faz…sem
pensar…não interessa as consequências…) do que a razão (Parar… e contemplar… Pensar antes de agir.)
Como adolescente, a prioridade é direccionada para a identidade, viver dentro
de um sistema de relações de pares (pertença ao grupo), a comunicação e a intensidade
do momento. O planeamento, a organização, auto-critica e a gestão do futuro,
não correr riscos “desnecessários ou de obediência aos adultos” aparenta não
ser uma prioridade, mas pode tornar-se uma fonte de angústia para pais ansiosos,
facilitadores, autoritários e demasiado zelosos. Pode-se cair no erro de cada
parte -filhos e pais - desejarem remar o mesmo barco para direcções opostas. A
comunicação pode ficar extremamente afectada para o resto da vida.
Será
que a evolução determina que os adultos sejam descrentes em relação aos
adolescentes?
Aparenta existir uma crença
generalizada pelos adultos de que adolescência é sinónimo de dificuldades e
problemas - carga de trabalhos. Será
ser rebelde questionar o pai quanto à carreira de futuro que deseja seguir? Será
ser impulsivo magoar a mãe através da agressividade verbal? É irresponsabilidade
usufruir demasiado tempo na internet ou não cumprir cegamente com as
ordens/orientações dos adultos? E aqueles adolescentes cuja agressividade não
existe apoio e monitorização dos pais, por um conjunto de factores? Estes afirmam
resignados “O meu filho/a é assim não há
nada a fazer… Sai ao pai” ou “Sai à mãe”. É preciso encontrar um culpado?
Por vezes, aparenta-se
responsabilizar o adolescente “irresponsável, irreverente e impulsivo” com base
nos mesmos critérios, comportamentos e valores morais que um adulto. Se a
relação com a escola vai mal…, se a relação com a mãe e/ou pai vai mal…, se a
relação com a família vai mal…, o adolescente aparenta ser o culpado. Na minha
opinião, é um erro enorme. È necessário visualizar toda a “fotografia” em vez de
um determinado detalhe. Por ex. qual os efeitos determinantes do consumismo, da
publicidade e do marketing, a ausência de valores morais, o ritmo de vida
acelerado e a pressão exercida pelos adultos nos adolescentes?
Questão. Como pai ou mãe quais
os indicadores em como a sua comunicação com o seu filho/a de 3 anos é
eficiente e eficaz? Aos 10 anos? Depois aos 16 anos? Qual o feedback
proporcionado pelas atitudes e comportamentos do seu filho/a em relação à sua
comunicação? Pergunte ao seu filho/a “Consideras
que és ouvido, correspondido, apoiado e compreendido pelo pai/mãe quanto às
tuas ideias, crenças e expectativas?”
Como é que o seu filho sabe
que a comunicação é eficiente e eficaz com os pais? Pode ter uma ideia bem
diferente. Para variar, o pai adopta características diferentes da mãe na
educação e só estou a constatar uma realidade. Já pensou que durante a
adolescência será necessário reinventar, monitorizar e adaptar a sua
comunicação às mudanças do filho/a? Oiço imensos casos de pais que afirmam que
o filho não comunica, se isola, não expressa as suas ideias e preocupações, e
alguns afirmam que o seu filho/a evita os pais.
Não
existem culpados, mas responsáveis para quebrar os conflitos geracionais.
Com este texto não quero
afirmar que os pais são “irresponsáveis e impulsivos” na educação, viso somente
proporcionar ideias que podem ser aproveitadas para melhorar a comunicação,
promover a aprendizagem e o enriquecimento contínuo ao longo da vida.
Deveríamos
entender os jovens, não só como pessoas a vivenciar uma fase de intensas
transformações e construções, mas também como seres sociais sujeitos a pressões como o acesso à informação, à sexualidade, à venda e à publicidade que induz
fortemente à adesão de tais comportamentos e valores. Os adolescentes são
um grupo com uma forte influência na sociedade em geral e nos sistemas que a
compõem. São também um grupo que sofre a influência das gerações mais velhas
(tradições, crenças, rituais), bem como das características da sociedade em
geral. É importante o optimismo e a confiança face ao que poderão ser e fazer
enquanto adultos.
Aumento
na incidência de abuso das substâncias entre adolescentes (Johnston et al.,
1996);
Decréscimo
da idade em que é efectuado o primeiro diagnóstico de dependência de drogas
(Reich et al., 1988);
Aumento
na prevalência de abuso e de dependência de drogas ao longo da vida na
população geral (Lewinsohn et al., 1996);
Uso
de álcool e de drogas é a principal causa de co-morbilidade e mortalidade entre
os adolescentes, quando comparada com acidentes rodoviários, comportamentos
suicidas, violência, entre outros (Dep. Estatística dos EUA, 1993).
Podemos inverter estas
crenças disfuncionais – Tolerância e Confiança
«A
nossa Juventude ama o luxo, é mal-educada, zomba da autoridade e não tem
nenhuma espécie de respeito pelos mais velhos. As crianças de hoje são tiranas.
Não se levantam quando um velho entra numa sala, respondem a seus pais e são
simplesmente más.» Sócrates (filosofo Grego) Sec. V a.C.
«Não
tenho nenhuma esperança no futuro do nosso país, se a juventude de hoje toma o
mando amanhã, porque esta juventude é insuportável, sem moderação. Simplesmente
terrível.» Hesíodo (poeta Grego) Sec. VIII a.C.
«O
nosso mundo atingiu um estado crítico. Os filhos não escutam os pais. O fim do
mundo não pode estar muito longe.» Sacerdote egípcio 2000 anos a.C.
«Esta
juventude está podre desde o fundo do coração. Os jovens são maus e
preguiçosos. Não serão nunca a juventude de outrora. Os de hoje não são capazes
de manter a nossa cultura» Descoberta nas ruínas de Babilónia 3000 a.C.
“A
juventude de hoje é rasca” Vasco Pulido Valente
Quando adolescente também ouvi
este tipo de afirmações inúmeras vezes pelos adultos. A nossa cultura é o
resultado das nossas acções. Nada muda, se andarmos preocupados (excesso de
zelo) ou procurarmos culpados. Como indivíduos, como membros de família e cidadãos
somos responsáveis pelas nossas atitudes e comportamentos. “Mais Vale Prevenir
do que Remediar”
Na sua adolescência, quais
os comentários que chegavam aos ouvidos?
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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11:53:00
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
How to Raise a Drug-Free Kid: The Straight Dope for Parents
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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10:55:00
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