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sexta-feira, 16 de outubro de 2020
Pensamento positivo
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quarta-feira, 23 de setembro de 2020
Dar valor
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quinta-feira, 10 de setembro de 2020
Amor é
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segunda-feira, 1 de junho de 2020
Primeiro as pessoas e depois as coisas
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Castigo e recompensa? Ou alternativas disciplinadas
«Para disciplinar uma criança que tenha ultrapassado os
limites, não se deve castigar, deve-se ensinar a forma correta, como ele
podia ter agido nessa situação. Portanto, disciplina tem a ver com aquilo
que os pais fazem, para ensinar as crianças.» National Center for Fathering.
O Dr. Henry R. Brandth é autor de vários livros.
Nota: Como pais, sabemos a capacidade das crianças para a aprendizagem; são uns agressivos e curiosos aprendizes. Isso significa, que para os disciplinar, precisamos de ser bons «professores», ser pacientes, disciplinados, honestos e compreensivos. Pessoalmente, não sou adepto do castigo e/ou da «palmada». Sou mais adepto das consequências em proporção do comportamento problemático: com a noção de que a consciência da criança, sobre o que está certo e errado, é completamente diferente da consciência do adulto; é um processo de aprendizagem. Como pais, em vez de os castigar (castigo e recompensa) podemos oferecer-lhes varias alternativas, aos comportamentos problemáticos, mais construtivas, eficazes e duradouras; este processo começa na abordagem dos adultos.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Qual é o tipo de educação que você escolhe para o seu filho?
«As crianças ouvem tudo aquilo que os pais dizem. Elas imitam tudo aquilo que você faz. Seja uma referencia/modelo positivo.»
- Se você bebe bebidas alcoólicas, na frente dos seus filhos, faça-o de uma forma responsável.
- Se você consome drogas ilícitas, não o faça na frente dos seus filhos e não o encoraje a seguir o mesmo caminho em relação às drogas. Proporcione-lhes conhecimento cientifico sobre o assunto. Lá porque você não identifica problemas, relacionados com o uso de drogas, isso não quer dizer que o mesmo aconteça com o seu filho.
- Se você é fumador, evite fazê-lo na presença do seu filho. Assuma perante o seu filho que a sua escolha em fumar está errada e que pode acarretar consequências graves de saúde e perda de qualidade de vida. Admita a dependência e fale com ele sobre o assunto.
- Se você toma medicação, sujeita a receita medica, não o faça na frente do seu filho, é um assunto que só diz respeito a si próprio; faça-o de uma forma discreta e mantenha (guarde) os medicamentos longe do alcance das crianças.
- Pratique desporto com o seu filho e encoraje-o a fazê-lo com os amigos.
- Faça um tipo de alimentação diversificada, equilibrada e saudavel. Evite expor o seu filho ao consumo excessivo de açucar.
Dê oportunidades ao seu filho para descobrir o mundo. Um mundo seguro, mágico, que desperta e estimula a curiosidade e interessante. Como pai/mãe seja um bom guia. Proporcione às crianças valores e princípios, morais universais, que fomentem a honestidade, a felicidade, a empatia, a confiança, a liberdade, a resiliência e a justiça livre de drogas.
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
Dia Mundial da Criança
A fim de a criança ser um adulto feliz precisa de brincar, precisa de segurança, precisa de amor, de ser ensinada a lidar com a frustração e a importância dos limites (valores morais universais), precisa de aprender o valor da gratidão e precisa de sentir confiança.
Segundo uma noticia do Jornal de Noticias, alguns especialistas alertam para o facto de as crianças levarem uma vida programada até à exaustão e acrescentam «As crianças levam uma vida de executivos» Manuel Coutinho, psiquiatra e coordenador da linha SOS da Criança.
o mundo dos adultos não é seguro para algumas crianças vulneráveis.
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
"Agora não posso"
Tradução - Filho:"Papá", resposta do pai "Agora não posso, filho."
Uns anos mais tarde, o filho diz; "Papá", resposta do pai, "Agora não posso, filho."
Uns anos mais tarde, o filho diz: "Pai" reposta do pai, "Agora não posso."
Uns anos mais tarde (adolescência), o pai diz: "Filho" o filho responde: "Agora não posso, pai"
Comentário: Esta pequena, mas significativa historia, faz-me lembrar as afirmações de alguns pais de filhos com problemas de dependência de drogas ilicitas que afirmavam: "Sempre dei tudo aos meus filhos...fartei-me de trabalhar para os sustentar...nunca imaginei que um dia, um dos meus filhos pudesse ter um problema com drogas. Que desilusão, como é que é possível?"
Como progenitores, precisamos de conseguir comunicar com os nossos filhos, e vice versa, e compreender as suas angustias, os seus medos, os seus anseios e inseguranças. Para isso, precisamos de fazer um investimento serio, todavia, este desafio complexo só será conseguido se dedicarmos uma parte significativa de tempo e não só, disponibilidade (mental) a fim de reforçarmos os vinculos de confiança. Os nossos filhos, ao longo do seu desenvolvimento, sejam do sexo feminino ou masculino, precisam de referencias e o pai, diferente da mãe, também é um modelo muito importante a ter em conta.
- Como pai, que tipo de modelo/referencia é para o seu/sua filho/a?
- Como pai considera que uma parte significativa do seu tempo é dedicado à relação/comunicação com o/a seu/sua filho/a?
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
As palavras são poderosas
«É da maneira como falamos com os nossos filhos que, mais
tarde, eles vão desenvolver a sua consciência.» Peggy O´Mara.
Como pais, somos responsáveis por proteger os nossos filhos
de sentimentos destrutivos, como por exemplo da vergonha. Por exemplo, facilmente
evocamos a educação para justificar a humilhação, a agressividade, manipulação,
o repúdio e o desrespeito.
- Como pai/mãe, considera que utiliza os mesmos critérios disfuncionais na educação que o seu pai/mãe utilizaram consigo?
- Considera que a sua abordagem na educação está alinhada com os interesses e o desenvolvimento dos seus filhos? Você sabe como elogiar e como criticar? Em escutar e incentivar a empatia e a assertividade?
- Sabia que as crianças aprendem mais depressa através do seu exemplo, do que através dos seus conselhos?
Por outro lado, também somos os responsáveis por desenvolver
e incutir nas crianças sentimentos positivos e competências resilientes. Por exemplo,
ajuda-los a regularizar os seus sentimentos dolorosos através das competências
individuais, em vez das recompensas materiais e através do não em vez do sim.
Desenvolver competências que visam a autonomia, a gestão dos impulsos, a
clarificação de valores morais e espirituais. Promover um contexto familiar seguro,
estimulante e aberto à discussão e à aprendizagem.
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segunda-feira, 2 de março de 2015
"Eu fumo tu fumas"
Não fumar é que está a dar. Ao livrar-se da dependência está a contribuir para a qualidade de vida de todos na sua família, incluindo as crianças
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Como comunicar com um filho adolescente, por Cristina Valente
Sosseguem, pais, não precisam de ter um
Mestrado em Comunicação para conseguirem comunicar com o vosso adolescente! Mas
algumas ideias preciosas (embora simples) podem ajudar!
As 6
Ferramentas “Carinho e Firmeza” são a solução para dar espaço a estes filhos
que já não são crianças mas que ainda não são adultos…e para dar-lhes
fronteiras, orientando-os ao mesmo tempo….
Empatia: lembre-se de usar a empatia. Quando o seu
adolescente tiver feito alguma “asneira” diga-lhe algo como: “Que incrível!
Como é que isso aconteceu? Se tivesse sido comigo eu teria ficado nervoso! E
como é que te sentiste?”.
Encorajamento: em vez de dar sermões (aos quais o seu filho
vai resistir!) e de derrubá-lo, encoraje-o: “Não sei exatamente o que fizeste.
Podes ter feito uma coisa errada, mas continuas a ser o meu filho, uma boa
pessoa e um ser humano cheio de valor”.
Perguntas sinceras: se os pais conseguirem fazer o mais difícil
- não julgar, não culpar e não assumir que sabe o que ele pensa e, melhor, nem
dizer-lhe o que ele deveria pensar…então estão preparados para adoptar uma
técnica bastante eficaz: as perguntas sinceras. Chamamos-lhe “sinceras” porque os
pais querem realmente saber o que se passou e entender a perspetiva do filho,
mesmo que (e sobretudo se) for diferente da sua perspetiva de adulto.
As perguntas
isentas de julgamento e que expressam um desejo sincero de compreender o ponto
de vista do filho costumam “fazer milagres”! Perguntas como as seguintes,
depois de o adolescente ter cometido algum erro, são verdadeiramente eficazes
para criar proximidade entre pais e filhos: ”O que é que aconteceu? Em que é
que estavas a pensar quando fizeste isto? Qual era o teu objectivo? Qual o
significado que teve para ti? Qual foi a coisa mais importante que aprendeste
com esta experiência? Como é que achas que podes lidar com uma situação destas
no futuro?”
Partilhar experiências: os pais podem partilhar com os seus filhos
algumas experiências da sua própria adolescência e com as quais tenham
aprendido lições importantes: “Lembro-me de quando tinha a tua idade e…!”
Amor incondicional: amor incondicional por um filho é aquele
amor que continuamos a sentir apesar dos erros que ele comete e apesar da
decepção que esses erros nos provocam. É o
“vou amar-te para sempre, independentemente de tudo”.
Este cenário
ilustra um apoio incondicional da parte dos pais e contribui para a
aprendizagem de competências para a vida. Muito mais do que o castigo.
Frequentemente, quando os adolescentes cometem erros, os pais castigam-nos.
Quando os
pais castigam os seus adolescentes, em vez de apoiá-los, estão a pensar apenas
nos seus próprios pontos de vista; não estão a considerar o mundo e as percepções
dos seus filhos. A maioria dos adultos tende a esquecer-se dos seus tempos de
adolescência. Os que se lembram, muitas vezes não compreendem como é diferente
a vida para os adolescentes nos dias de hoje. Para além de que, ao castigar
adolescentes, os pais perdem a oportunidade de ensinar-lhes a melhor forma de
lidar com algo que vão encontrar sempre ao longo da sua vida – erros.
Responsabilidade: no entanto, o amor incondicional não é o
mesmo que tomarmos a responsabilidade pelos erros dos filhos: “Vou amar-te para
sempre, independentemente de tudo…mas é tua responsabilidade resolveres os problemas
que surgem dos erros que cometes. Apoio-te, mas és tu quem os resolve.
O valor dos erros: os erros provam que os nossos filhos estão a
tentar. A tentar viver. A tentar aprender. A tentar ser adulto…Lembre-se: uma
vez cometido o erro, este não pode ser desfeito. O adolescente pode ser capaz
de aprender algo com o erro ou resolvê-lo, mas não vai ser capaz nunca de
desfazê-lo. Contudo, o processo de aprendizagem e resolução pode ser tão
valioso, que as situações e as relações podem tornar-se ainda melhores devido a
um erro. Quando nos focalizamos no erro em vez de nos preocuparmos com o que
podemos aprender com isso, estaremos a desperdiçar grandes oportunidades de
aprender e de crescer.
Para
terminar, lembre-se também: o seu filho não é um adulto crescido. O seu filho
está a crescer!...
Cristina
Valente
Psicóloga
(Coach Parental), Autora e Mentora de Famílias de Sucesso em Projectos
de Home Business
Telefone: + 351 93 930 05 99
Skype ID: cristina.valente66
Comentário: Gostaria de agradecer a colaboração da Dr. Cristina Valente no "Mais Vale Prevenir Do Que Remediar". Actualmente, neste mundo imprevisível, como pais, conseguir comunicar com os nossos filhos representa um serio e complexo desafio, todavia porém, o desafio poderá ser mais simples, do que imaginamos se dedicarmos tempo, disponibilidade, empenho e conseguirmos ser uma referencia positiva a fim de que eles consigam orientar as suas vidas.
Aos nossos adolescentes, devemos incutir, desde cedo e ao longo do seu desenvolvimento, valores que contemplem a honestidade, a autonomia, o talento, a auto estima (amor próprio, não me refiro ao culto do ego), a solidariedade e uma vida resiliente com um propósito.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Como pensar com opções criativas
Tradução: “ As crianças devem ser ensinadas; como pensar em
vez de sobre o que pensar.”
Precisamos de criar uma nova forma de expressão e uma
identidade cultural que seja coerente com o propósito da vida, baseado em
convicções e valores imateriais e universais.
Precisamos de pensar fora da "caixa" - forma
retrograda de viver dentro do "velho" sistema disfuncional e
proporcionar aos nossos filhos as competências necessárias na gestão das
emoções, na clarificação de valores, livres de vergonha e do sentimento de
culpa, que promovam a felicidade, a gratidão e a ajuda mutua. Precisamos de
(re)inventar, conectar e encontrar sinergias com base na arte de bem-viver-
estilo de vida saudavel.
Numa sociedade imprevisível e consumista, como pais, cabe a
nós, orientar e estimular o pensamento criativo, a imaginação, o sonho e o
propósito dos nossos filhos. Se nós, adultos possuirmos valores, os nossos
filhos também serão crianças com valores.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014
O ciclo da vida é um processo continuo mas composto por varias fases.
Legenda: “Digo Não e é Meu porque estou a crescer e a aprender a ser eu próprio, em vez de ser considerado um fedelho egoísta. “
Comentário: Desde que nascemos até morrermos, o ciclo da vida caracteriza-se, pelo desenvolvimento do individuo, através de diversos estágios bem definidos – infância, adolescência, adulto e idade sénior. Cada um destes estágios serve um propósito específico, a fim de que cada fase seja executada na sua plenitude.
Ainda não há muitos anos, em meados dos anos 70 e 80, as crianças que não se adaptavam ao contexto escolar ou que os pais não tinham recursos económicos e financeiros eram obrigadas a trabalhar.
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sábado, 5 de julho de 2014
Uma triangulação polémica entre pais e filhos
Um grupo de alunos da Universidade Católica de Lisboa - Faculdade de Ciências Humanas envolvidos num trabalho para a disciplina de Métodos e Técnicas de Investigação em Ciências Sociais, com a professora doutora Teresa Líbano, convidou-me para participar no seu trabalho sobre o fenómeno das drogas e dos consumidores em Portugal.
De acordo com a minha experiencia profissional, a grande maioria dos pais lida, atrevo-me a acrescentar, reage mal quando descobrem que o filho/filha consome drogas. Quando descobrem, os comportamentos dos pais, oscila entre as ameaças verbais e os castigos desproporcionados e a passividade, a complacência e a impotência. Estes comportamentos disfuncionais revelam uma ausência de um plano ou uma estratégia sobre a temática das drogas ilícitas. Saiba mais (siga o link) Pais, filhos e as drogas
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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sábado, 12 de abril de 2014
Verdadeiro ou Falso?
Em Portugal, o fenómeno do consumo de drogas ilícitas evolui
significativamente, a partir do final dos anos 70 e princípio dos anos 80,
nesse sentido, alguns pais que durante a adolescência consumiram drogas
socialmente, podem erradamente negligenciar sinais e sintomas da dependência
nos seus filhos. Alguns relatos de pais: "Eu também usei drogas, mas nunca tive
problemas de dependência, e quando soube que o meu filho, também consumia,
presumi, erradamente, que ele nunca iria desenvolver uma dependência. Quando o
confrontei com o assunto, já foi tarde demais. Ele estava dependente."
Sabe porque é que os adolescentes consomem drogas ilícitas? Por
curiosidade, desafiar o perigo, para relaxar, para quebrar o tédio, o
aborrecimento e para se integrarem num determinado grupo de pares. De início o
consumo de drogas é frequentemente associado ao lazer e ao convívio. Algumas
pessoas, mais vulneráveis, prolongam o consumo; aumentam a frequência, a
duração e a intensidade.
Alguns factores que contribuem para a dependência de drogas
no individuo.
1. Usar drogas antes e durante a adolescência.
2. Trauma: Abuso
emocional, físico e/ou sexual
3. Historial de dependência de drogas na família.
Apesar de não existir consenso entre investigadores sobre os factores
genéticos, uma criança que testemunhe consumo ou abuso de drogas, por pessoas
significativas, pode crescer com a crença de que usar drogas é OK.
Se você tem filhos adolescentes sabia que as probabilidades
de eles um dia consumirem drogas são reais? Eles podem parecer, de
acordo com a sua avaliação, indivíduos que sabem o que querem da vida e seguros das suas
decisões, mas o seu cérebro ainda não totalmente desenvolvido e isso significa
que a capacidade de avaliar e tomar decisões seja diferente daquela que você
pensa que eles têm na realidade.
Um dos motivos pelas quais, a maioria dos pais, reage com
indignação, negação e/ou pânico quando toma conhecimento de que um dos seus
filhos é consumidor de drogas ilícitas está relacionado com a seguinte crença:
Mito: O problema das drogas e as dependências só acontecem aos
outros.
Realidade: Um individuo que deseje consumir drogas não
precisa de fazer um grande esforço/sacrifício para satisfazer a sua vontade. A
oferta das drogas supera a procura.
A cultura associada às drogas ilícitas, o canábis, que promove
o consumo, como “droga leve” desvaloriza e nega a investigação cientifica e o
conhecimento empírico dos profissionais que trabalham na área das dependências.
Parte dessa cultura está assente no lucro, em detrimento da saúde das pessoas.
Segundo algumas previsões, nos EUA, sobre os lucros da venda legal de canábis
rondam os 3 mil milhões de dólares. Em Portugal, não existe maturidade política
e legislação que monitorizem os efeitos da publicidade (técnicas agressivas de marketing) e salvaguardar o direito do
individuo à informação, à prevenção e ao tratamento do impacto das drogas na
saúde, incluindo o apoio às famílias afectadas pelas consequências negativas,
incluindo as crianças. Podemos retirar um exemplo do fenómeno em relação ao
álcool. O álcool, como se sabe, é um problema de saúde pública, todavia, os
lucros da indústria do álcool (milhões de euros) e os interesses (lobbies
capitalistas) estão acima do direito das pessoas – saúde. De acordo com a minha
opinião, infelizmente o mesmo fenómeno irá acontecer com venda e o consumo da
canábis. Nos últimos dez anos, os casos de indivíduos que procuram ajuda
profissional, derivado ao consumo excessivo de canábis (marijuana e haxixe),
tem aumentado significativamente.
Sabia que o consumo de canábis, vulgo marijuana (planta) e
haxixe (resina), em doses elevadas podem conduzir a situações de elevada
ansiedade, pânico e até a episódios de esquizofrenia. É um mito e errado
classificar estas substâncias psicoactivas, como drogas leves. De acordo com o
seu conhecimento, o álcool é uma droga «leve» ou «dura»?
«O consumo excessivo de canábis não mata, mas pode conduzir
à loucura.»
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sábado, 25 de janeiro de 2014
Como não avançamos a tendência é para cristalizar
Em pleno seculo XXI, a prevenção das drogas em Portugal ainda
é um mito.
Você considera que a nossa cultura reforça a prevenção das
dependências? Na minha opinião, a resposta não é fácil, mas creio haver necessidade
de uma revolução, porque as dependências de substâncias psicoactivas licítas,
do Sistema Nervoso Central, incluindo o álcool e as ilícitas, são uma epidemia
e representam um problema de saúde pública com custos elevadíssimos. Caso não
se tomem as devidas precauções a tendência é para se agravarem visto negarmos esta realidade. E enquanto for negada vai assumindo proporções
epidémicas. Só para se ter uma ideia, o álcool é a droga mais perigosa,
comparativamente a todos as outras,por ser ser aceite socialmente.
Segundo Edward B. Tylor cultura é «Aquele todo complexo que
inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos
os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da
sociedade.» A sociedade somos nós.
O fenómeno tende a
alastrar-se
Desde o princípio dos anos 80, após a revolução do 25 de
Abril de 1974, não existe uma política que contemple um plano de prevenção das
dependências direccionado para os jovens, pais e escolas. Não existe uma
cultura de investigadores, de educadores, de instituições e profissionais e de
pais que assumam um compromisso sobre a prevenção. Outra situação idêntica, educação
sexual inexistente nas escolas. Se o ser humano pratica sexo há milhares de
anos, qual é o problema abordar o tema abertamente? São os mitos? Os
preconceitos? Ou outra razão que eu desconheça? O mesmo acontece com o álcool e
outras drogas. Se o ser humano sempre consumiu drogas, desde os primórdios da
humanidade, qual é o problema em abordar o tema abertamente?
Se o ser humano sempre consumiu drogas, a partir dos anos
60, este fenómeno assumiu proporções epidémicas em todo o mundo. O mundo das
drogas (produção, trafico, consumo e a dependência) é complexo, mas também
precisamos de admitir que o contexto social tem sido terreno fértil para a sua
propagação. Existe uma cultura (moda) que procura sensações fortes de prazer e
bem-estar a fim de descomprimir das tensões, do tédio e que visa acabar com o
sofrimento através de drogas, incluindo a auto medicação, substâncias sujeitas
a prescrição medica (por exemplo, os ansiolíticos). Existem drogas diferentes
para todos os tipos de preferências, tendências, contextos e estatuto sociais, a
procura supera a oferta; estão criadas as condições para um negócio lucrativo. O
tráfico, o consumo ocasional, o abuso e a dependência são uma indústria com
lucros muito significativos. Estima-se em 160 mil milhões de dólares, oriundos do narcotráfico, anualmente, lavados na banca internacional. O negócio global de muitos milhões de dólares,
dinheiro sujo das drogas, é constituído por um sem número de parceiros,
interesses e «fiéis» colaboradores que ajudam a sustentar a economia global. É
um círculo vicioso.
A prevenção das
dependências de drogas, incluindo o álcool, começa no berço.
Em Portugal, a prevenção das drogas nunca foi uma prioridade
para os decisores políticos, apesar de os candidatos às eleições visitarem
instituições, para pessoas com problemas com drogas, somente para angariarem
votos e fazerem promessas que depois não cumprem. Por exemplo em relação às
drogas ilícitas, os líderes políticos centram o combate no tráfico, recorrendo
às forças policiais. Esta estratégia não visa a prevenção, e está provado que
não surte efeito. Prende-se um traficante, imediatamente este é substituído por
mais dois ou três. Alguns países da Ásia, ainda aplicam a pena de morte aos
traficantes, mesmo assim, este tipo de leis não conseguem erradicar o tráfico de
drogas naqueles países.
Como referência de mudança de mentalidades e cultura, após o
25 de Abril de 1974 e o boom das
drogas ilícitas (por exemplo, refiro-me ao canábis, à heroína e à cocaína), passados 40 anos, actualmente
algumas pessoas ainda consideram «os drogados» uns criminosos e marginais que
deviam ir presos. As prisões não tratam as dependências. Alguns pais ainda
adoptam a estratégia de prevenção, em relação aos filhos adolescentes,
afirmando «Se tocas em drogas, esquece que sou teu pai», as ameaças ou a
agressividade nunca funcionaram, muito menos nos dia de hoje, enquanto outros pais,
creio serem em maioria, optarem pelo silêncio. Desde 1974 até 2014 quais são as
diferenças culturais que contemplam a prevenção das dependências? Ao longo dos
últimos 40 anos quais foram as lições que aprendemos sobre a prevenção das
dependências? Desde os anos 80, e após os avanços tecnológicos nos anos 90, continuamos
a ter pânico que os nossos filhos se tornem dependentes de drogas e ou álcool,
como se fosse um vírus, mas na realidade, pouco fazemos para mudar esse cenário
assustador. Negamos as evidências, com a agravante de ainda acreditarmos que esse
tipo de problema só acontece aos outros. Paradoxalmente, recordo conversas com pais,
políticos, professores, médicos, onde o tema central é a prevenção, e todos são
unânimes “ É urgente fazer qualquer coisa.” Falta passar das palavras aos
actos. O estigma, a negação e a vergonha relacionado com as drogas interferem
na prevenção das dependências. Isto é, sabemos que o problema subsiste, mas negamos
os factos.
Actualmente, relativamente à educação dos filhos, uma grande
parte dos pais tem sentimentos de culpa, porque considera que falharam em algo.
Surpreendentemente, o sentimento de culpa já existia antes mesmo de ser pai ou
mãe, já existia na família, na educação, no emprego ou carreira profissional. Delegamos
à escola e à sociedade, essa tarefa complexa da educação, porque como pais, não
possuímos disponibilidade para o fazer. Quando alguma coisa corre mal,
imediatamente apontamos o dedo e arranjamos um culpado. Não iremos resolver as
questões mais complexas encobrindo aquilo que realmente precisa de ser feito
procurando culpados. Oiço muitos pais afirmarem “ Ser pai/mãe é difícil. Não
existe um livro que nos ensine a educar os nossos filhos.» Eu acrescento, se
existisse o tal livro, não tínhamos tempo para ler. Andamos numa correria, sem
ter um propósito concreto. Como pais ansiamos que a educação que incutimos nos
nossos filhos resulte. Paralelamente, também ambicionamos ideais de grandeza e
sucesso para eles, mas por outro lado, como educadores sobrevivemos como
podemos a acontecimentos que colocam em risco a segurança e a pertença (amor).
Existe um sentimento geral de impotência perante o poder económico, a crise
financeira e social (injustiça, as desigualdades, o desemprego, a precariedade).
Será honesto e legitimo ambicionar ideais de grandeza e sucesso, para os nossos
filhos, quando na realidade, como pais sentimo-nos culpados e impotentes
perante a sociedade consumista e hedonista? Perante a sociedade, queremos ser
mais inteligentes, mas não somos. Queremos ser mais ricos, mas não somos.
Queremos ser mais felizes, mas não somos. Queremos um futuro para os nossos
filhos, mas não sabemos como orienta-los - qualquer coisa que possamos fazer,
nunca chega e nunca é suficiente, é preciso mais e mais.
É do conhecimento geral, e reforçado pelos estudos, que a pré-adolescência
é o período critico em que os jovens iniciam as suas primeiras experiências com
as drogas; primeiro com o tabaco, depois o álcool, de seguida, outras drogas
ilícitas. Sabendo deste fenómeno e os custos elevados, quais são as estratégias
de prevenção adoptadas para o período pré-adolescência/infância? Quais são as
estratégias de prevenção do binge
drinking, beber álcool cujo intuito é a intoxicação/embriaguez? Do tabaco?
Do consumo das drogas ilícitas? Da condução sob o efeito do álcool? Da gravidez
indesejada? Do suicídio? Da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis?
Alguns dados
- Outro fenómeno preocupante são as novas drogas legais. Sabia que até Abril 2013 foram identificadas 105 novas drogas legais. O consumo de droga, incluindo o álcool, é uma das principais causas de morte entre os jovens na Europa, refere o Relatório Europeu sobre Drogas 2013, divulgado em Lisboa pela agência europeia de informação sobre este problema (EMCDDA).
- Em Junho de 2011 a Comissão Global de Política de Drogas afirmou: "A guerra global contra as drogas falhou, com consequências devastadoras para indivíduos e sociedades pelo mundo. Cinquenta anos após o início da Convenção de Narcóticos da ONU, e anos depois do presidente Nixon ter lançado a guerra contra as drogas, reformas fundamentais no controlo global de drogas a nível nacional e internacional são urgentemente necessárias"
- A indústria do álcool, através do recurso a técnicas agressivas de marketing, da comunicação social e dos lóbis insistem em associar o consumo de bebidas alcoólicas e o desporto. Por exemplo, colando marcas de bebidas alcoólicas à selecção portuguesa de futebol e à Liga de Futebol. Na minha opinião, é inadmissível e são incompatíveis; não colam. O desporto e as drogas não são compatíveis. O álcool é uma droga lícita, tal como o tabaco. Esta situação só é possível graças aos milhares de euros, aos lobis e outros interesses. Causa-me consternação, agravada com a conivência das autoridades, existirem empresas e pessoas, membros de família e com filhos, que dedicam horas, dias e meses do seu trabalho a elaborar estratégias (marketing agressivo) que visam o consumo de álcool direccionado para os jovens.
- Segundo um inquérito aos alunos da Universidade de Lisboa (UL), resultado de uma parceria entre a UL, o Conselho Nacional de Juventude e o Serviço de Intervenção em Comportamentos Adctivos, afirma que 40% dos alunos do Superior já experimentaram drogas. Canábis lidera os consumos, seguido pelas smart drugs, anfetaminas e cocaína. 36,2% dos jovens que bebem álcool fizeram-no pela primeira vez antes dos 15 anos.
- 01/12/2013 Reportagem no Jornal de Noticias: “100 mil pessoas na rua naquela que é a noite mais longa em Guimarães. Recorde álcool no pinheiro Nicolino. (…) O que não se esperava é que os Bombeiros de Guimarães tiveram tanto trabalho no transporte de nicolinos alcoolizados. Foram 26 internamentos por princípio de coma alcoólico ou mesmo efectivado. O maior numero de sempre, sendo que no ano passado foram 17.”
- O Epiteen estudo realizado, pelo Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, ao longo da última década, a quase três mil jovens, todos nascidos em 1990 e alunos nas escolas públicas e privadas do Porto, que avaliou os participantes aos 13, aos 17 e aos 21 anos revela relação de violência na adolescência com agressões mais tarde. 77% dos jovens afirmaram experimentar drogas por curiosidade. Canábis lidera os consumos, seguido pelo álcool e tranquilizantes. Segundo os jovens (24%) a escola é o local onde é possível obter o canábis.
- Anúncios entre programas de televisão infantis. Segundo o Conselho Económico e Social Europeu defende a erradicação total da publicidade nos intervalos de programas infantis, de forma a evitar outros efeitos, o aumento do «bullying de marca».
- Notícia do Jornal de Noticias: «Filhos dos pobres não conseguem fugir da pobreza. Portugal é dos países onde é mais difícil quebrar ciclos de pobreza entre gerações muito por causa da imobilidade educativa: pais pouco instruídos têm, sobretudo, filhos também pouco instruídos. Situação educativa e económica das famílias é determinante para o futuro dos filhos.»
- «A pobreza é como que hereditária” Eurostat, dados de 2011.
- Segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, registou 261 mortos, entre a população jovem, com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos de 2010 a 2012. O álcool está associado à mortalidade rodoviária entre os jovens.
- De acordo com um testemunho de um jovem de 24 anos, acerca da condução sobre o efeito do álcool afirmou: «É normal, já estou habituado.»
- As campanhas de sensibilização sobre os perigos da condução sobre o efeito do álcool não são suficientes. O objectivo das campanhas estão direccionadas para o comportamento do individuo, visando desresponsabilizar, os decisores políticos e a indústria do álcool. Quantas mortes são necessárias para inverter esta politica de negação?
Já diz o ditado popular «Mais vale prevenir do que remediar» e na prevenção das dependências urge uma revolução.
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domingo, 28 de julho de 2013
Consumo de Canabis (Marijuana) e o cérebro do adolescente
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sábado, 13 de julho de 2013
"A minha declaração de compromisso para com as minhas crianças"
Tradução: A minha declaração de compromisso para com as minhas crianças.
Enquanto eu estiver vivo irei sempre ser, em primeiro lugar
o/a teu pai/tua mãe, e em segundo lugar, serei teu amigo/a. Porque te amo, irei
ser o teu amparo, irei reagir às tuas investidas contra certas regras, irei dar
conselhos e lições de moral, irei deixar- te cheio de raiva, irei ser o teu
pior pesadelo e irei à tua procura como um cão de caça. Quando realmente perceberes
que o meu papel é este, nessa altura, vou aceitar que já és um adulto responsável.
Ao longo da tua vida, não irás encontrar ninguém que te ame, apoie, reze e se
preocupe contigo, mais do que eu. O meu trabalho como progenitor/a, para
contigo, nunca estará completo se tu, pelo menos uma vez, não resmungares, “Eu
odeio-te”, em toda a tua vida.
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Autor Anónimo
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terça-feira, 25 de junho de 2013
Recomendações urgentes ao nível da oferta do alcool
Segundo uma notícia no Jornal de Noticias, de 22/06/13, “Defendendo
aumento do preço do álcool. O Conselho Nacional de Saúde recomenda ao Governo
que aumente o preço do álcool e restrinja a disponibilidade das bebidas alcoólicas
como medida para reduzir os efeitos da crise na saúde.” Gostaria de referir que
esta notícia, no JN, surge sem o destaque que merece, pelo contrário, é
publicada nas notícias “Breves”. Pessoalmente, não chego a entender o papel de
serviço publico e de investigação dos média, porque ninguém fala do assunto com
honestidade; todos sabemos que o problema é grave, mas ninguém se atreve a abordar
e aprofundar o tema sempre actual e preocupante.
Tal como já aqui foi afirmado o abuso de álcool e o
alcoolismo representa um problema grave de saúde pública, todavia, os líderes
políticos, negligenciam, o fenómeno exponencial associado ao abuso do álcool e
do alcoolismo, agravado, tal como o Conselho Nacional de Saúde, vem alertar
através da sua recomendação, para os efeitos do álcool em indivíduos vulneráveis
à crise: por exemplo, aumento do desemprego, situações trágicas de famílias, questões
financeiras e económicas precárias (dívidas), pobreza, doença mental (aumento
dos casos de depressão e ansiedade), etc.
O Conselho Nacional da Saúde é um órgão de consulta do
Ministério da Saúde que tem por missão emitir pareceres e recomendações sobre
questões relativas à realização dos objectivos de política de saúde e propor
medidas que julgue necessárias ao seu desenvolvimento, por solicitação do
membro do Governo responsável pela área da Saúde.Saiba mais sobre as políticas de saúde.
Sabia que a Industria do álcool, promove um vasto leque de oferta
de bebidas alcoólicas a preços irrisórios, a fim de aumentar a procura. Se o álcool
está disponível, a procura tende a aumentar. O álcool é mais barato que a água.
Se não existe leis que regulem a oferta do álcool, obviamente que a Industria
do álcool aproveita a lacuna, alegando interesses económicos.
Quando é que o Governo, os líderes políticos, segue esta recomendação? Para quando os tribunais (juízes e advogados) e a legislação
contemplam os efeitos negativos na saúde pública do abuso do álcool e do alcoolismo, incluindo os jovens de
menores de idade, os adolescentes e os adultos em idade sénior?
Será que existem lóbis, junto dos políticos, que impedem que
se adoptem medidas justas e honestas em relação ao problema de saúde publica,
associado ao abuso do álcool e do alcoolismo? Se a resposta é sim, então o caso
ainda é mais grave e preocupante. O poder económico não pode estar acima dos
interesses e da saúde publica.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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20:23:00
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quinta-feira, 28 de março de 2013
Publicidade? "Quanto baste"
Como é que a publicidade influencia os jovens?
Apesar deste video reportar-se à realidade americana, este fenómeno das técnicas agressivas de marketing, que geram pressão social e psicológica, também afecta negativamente as jovens portuguesas. Todos os dias, 365 dias por ano, estamos sujeitos aos mais diversos estímulos cujo objectivo é simplesmente o lucro das grandes multinacionais e das modas.
Não vá em modas disfuncionais; pelo contrário faça questão de as quebrar: Seja você mesmo, ser único/a e criativo/a.
Siga o link e veja o video Causa e efeito.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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22:20:00
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