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quarta-feira, 21 de julho de 2021
Recompensas e arriscar
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Onde é que ficamos? Qual é afinal a realidade? Decida você
“Governo recua e
distingue vinho e cerveja das bebidas espirituosas. Nova lei proíbe álcool de
teor elevado a menores mas mantém os 16 anos para bebidas “leves”. Associação
de bebidas e peritos falam em cedência a lóbis. A diferenciação dos limites
etários – 16 e 18 anos- consoante o teor de álcool, definida no novo diploma,
aprovado, no dia 21/2/13, pelo Conselho de Ministros, veio defraudar entidades
ouvidas durante a elaboração da lei para o consumo do álcool. É conhecida a
posição de Pires de Lima contra a proposta da proibição alargada aos 18 anos.
Pires de Lima é o presidente da Associação de Produtores de Cerveja e também
presidente da mesa do conselho nacional do CDS-PP. ” Lê se na notícia do Jornal de Notícias de
22/2/13. Podemos acrescentar na mesma notícia, segundo o secretário de Estado
adjunto da Saúde “(…) a medida tenciona sobretudo impedir a embriaguez dos
jovens” Jornal de Noticias, 22/2/13. Esta é a versão dos políticos, dos interesses da Industria
do Álcool (lobbies) e que contam com
a conivência dos órgãos da comunicação social, sobre o problema de saúde pública
relacionado com o álcool.
Repito mais uma vez, visto ter publicado já este facto no blogue, você sabia que existem um milhão e meio de
pessoas que bebe em excesso e metade delas é alcoólica, em Portugal? No artigo
do JN, para espanto de todos aqueles que trabalham nesta área e ou das
famílias, incluindo as crianças afectadas pelo álcool, o jornalista ainda refere
na notícia, “bebidas leves.” Apesar dos média teimarem em confundir a opinião
publica e alimentar mitos, não existe este conceito “bebidas leves” quando
sabemos o álcool é uma droga psicoactiva.
Reacções à Nova Lei
- “Há três, quatro meses, a proposta à qual tivemos acesso, o limite de 18 anos aplicava-se a todo o tipo de álcool. Esta proposta não é consistente, o elemento álcool está presente em todas. Não podemos diferenciar o bom álcool do mau álcool. Tínhamos ficado satisfeitos para a subida de idade mínima dos 16 para os 18 anos. A lei parece ceder a pressões de vários grupos. O álcool é sempre prejudicial aos jovens. Na cerveja há também vários graus” George Sandeman, presidente da Associação de Comerciantes e Industriais de Bebidas Espirituosas e Vinhos
- “Uma cedência total aos lobbies. Esta lei serve a estratégia de fidelizar os jovens para o consumo de álcool – beber desde cedo, para criar hábito. É uma cedência total aos lobbies das grandes empresas e das multinacionais. Estamos a mascarar o problema. O álcool é álcool. É uma medida trágica.” João Manuel Ramos, responsável pela Associação de Cidadãos Auto Mobilizados
- “A medida fica coxa, é uma medida a medo. Quem trabalha nesta área sabe que se está diante do efeito de pressões. A lei é confusa criando uma mensagem difícil de explicar aos mais novos” Rui Tato Marinho, medico e coordenador de hepatologia da Ordem dos Médicos
Excertos de uma
reportagem publicada no suplemento que faz parte da edição do Correio da Manhã. “Noite de copos. Consumo de álcool por adolescentes em Portugal
aumentou. Não há lei que trave. No grupo
de Alberto (nome fictício) já não há menores de idade. O mais novo dos seis
rapazes, Paulo (nome fictício), celebrava nessa noite 18 anos. Pelo menos, foi
o que disseram. Um afirma que começou a sair à noite aos 14 anos e já apanhou “algumas
bebedeiras. O acesso às bebidas, mesmo brancas, nunca foi problema, Nem vai
mudar com a lei. Os comerciantes querem é fazer dinheiro e fecham os olhos às
idades. E se não for assim, leva-se uma fotocópia do BI falsa, garante Alberto”
“Até dá dó. Às vezes, é preciso sair do carro para tocar às campainhas
e pô-los dentro do prédio para chegarem a casa. No outro dia era uma miúda que
estava estendida no largo, completamente inconsciente. A que estava com ela só
olhava. Ainda saí do carro e fui lá, mas outro colega já tinha chamado uma
ambulância” taxista na zona de Santos.
Segundo João Goulão, o presidente do Instituto da Droga e da
Toxicodependência, “(…) diz nada ter a acrescentar, depois de reconhecer, no
ano passado, que o consumo de bebidas alcoólicas aumentou entre os jovens, mas
que estes apanham “menos bebedeiras” e bebem” cada vez mais cerveja” num
consumo regular.
- “Álcool é sempre álcool e quando se faz a avaliação de um doente conta apenas o número de unidades que bebe e não o tipo de bebida. Todas são igualmente perigosas” Francisco Henriques, da Unidade de Alcoologia de Lisboa.
- “Esta lei é cínica e desrespeita o plano que fizemos com o Ministério da Saúde” Albino Almeida, presidente da Confederação das Associações de Pais
- “Está provado que não se deveria beber antes dos 18 anos por causa do desenvolvimento cerebral” Luís Patrício, psiquiatra
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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terça-feira, 3 de abril de 2012
A família: grupo de pessoas que não escolhemos, mas que herdamos.
A família estruturada: é uma questão de sorte ou são os genes que determinam a sentença final?
Algumas considerações observadas ao longo da minha experiência profissional.
Segundo a Dra Claudia Black "A família é um organismo complexo composto por
diversas partes que compõem o todo”
- Como você sabe, este todo complexo, funciona quando as partes estão sintonizadas (equilíbrio).
Nos comportamentos adictivos activos, a dor aguda e prolongada, exige modificações e adaptações. Em muitas situações radicais o equilíbrio da relações é sacrificado.
- Apesar da dor, é normal entre o sistema
de relacionamentos da família haver crises ou separações. Caso você esteja numa
crise encontre um sentido para a sua dor. Não fique destroçado/a sem um
propósito. Aprenda com o acontecimento e procure apoio nas pessoas
significativas e disponíveis. Se encontrar um propósito para o sofrimento está
a valorizar as suas competências e os seus recursos através da adversidade.
- No sistema de relacionamentos da família a comunicação
honesta é vital para o equilíbrio. Seja honesto/a e fomente um ambiente de
abertura e flexibilidade. A melhor maneira de o conseguir é simplesmente
parar de falar e começar a ouvir. Não tolere violência física, agressões
verbais, humilhações ou qualquer outro tipo de maus tratos.
- Apesar de parecer confuso, é normal entre o sistema de
relacionamentos da família haver crises. Diferenças de ideias e carácter, diferenças de
crenças, diferentes pontos de vista, diferenças de experiências. Na família, a
questão a ter em conta não é saber o que é que pode despoletar uma crise, a
questão importante é; quando vai ocorrer. Por muito boa que seja a relação, um dia há
de deparar-se com uma crise e isso há de ter impacto na sua vida. Pânico?
Invista num plano de gestão, consciente e delineado. Trabalhe em equipa.
- Não existem pessoas perfeitas nem famílias perfeitas,
todavia existem valores morais que promovem a comunicação honesta, a liberdade
de expressão e de escolha, o respeito mutuo, a interajuda com limites ao longo
da vida.
- Ao longo da educação das crianças existem ocasiões, de curta
duração, onde a intervenção honesta e genuína do adulto resiliente, abnegado e comprometido
com uma causa social, se reveste de uma aprendizagem recheada de conteúdo e
potencial ao longo da vida, podemos acrescentar, de Propósito e Significado.
- Quando os pais se divorciam as crianças sofrem. Quando os
pais querem proteger os filhos da dor (normal) podem interferir negativamente
no processo de adaptação à nova realidade. A investigação revela que a
resiliência, nas crianças, protege-as, principalmente quando o pai/mãe não as
colocam no meio da hostilidade/conflito entre eles.
- Sabia que as crianças filhas/os de pais alcoólicos e/ou dependentes de substâncias psicoactivas ilícitas, vulgo drogas, "carregam" para o resto das suas vidas adultas as consequências da adicção? São adultos que receiam a intimidade, são adultos que negligenciam
as suas necessidades básicas (amar e ser amado), apresentam níveis baixos auto estima, não existe
limites nos relacionamentos, desenvolvem relacionamento de intimidade
disfuncional, ex. codependência.
- Imensas famílias sofrem horrores (dramas e tragédias
humanas) porque não se conseguem libertar da constante necessidade de controlo.
O sofrimento é familiar, desenvolvem uma tolerância (controlo) elevada ao
sofrimento. Não concebem o recuar, o desapego, o largar, a entrega. Ex.
codependencia.
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segunda-feira, 19 de março de 2012
Debate sobre a guerra contra as drogas
Sabia que a guerra contra as drogas foi iniciada com o presidente americano Richard Nixon? Veja o video e faça os seus comentários sobre este fenómeno global que afecta países, sociedades, comunidades, famílias, incluindo as crianças, e milhões de indivíduos em todo o mundo. Este debate tem a presença de Richard Branson.
Você já foi afectado, directa ou indirectamente, sobre este flagelo? Responda a esta questão, construtivamente. Bem haja.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Leaked footage of Corporate Tobacco Man
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terça-feira, 7 de agosto de 2007
Criterios de Determinação do Abuso e Dependência de Drogas

Critérios de Determinação do Abuso e Dependência DSM IV (O Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais é uma publicação da American Psychiatric Association, Washington D.C., sendo a sua 4ª edição conhecida pela designação “DSM-IV”. )
· Critérios de Dependência de Substancias
Padrão desadaptativo da utilização de substancias levando a défice ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por três (ou mais) dos seguintes, ocorrendo em qualquer ocasião, no mesmo período de 12 meses:
Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes:
1.1 necessidade de quantidades crescentes de substancia para atingir a intoxicação ou o efeito desejado;
1.2 diminuição acentuada do efeito com a utilização continuada da mesma quantia de substancia
Abstinência, manifestada por um dos seguintes:
2.1 síndrome de abstinência característica da substancia (referencia aos critérios A e B para abstinência de substancias especificas;
2.2 a mesma substancia (ou outra relacionada) é consumida para aliviar ou evitar os sintomas da abstinência.
A substancia é frequentemente consumida em quantidades superiores ou por um período mais longo do que aquele que se pretendia.
Existe desejo persistente de ou esforços, sem êxito, para diminuir ou controlar a utilização da substancia.
È despendida grande quantidade de tempo em actividades necessárias à obtenção (por ex. cadeia de fornecedores) e à recuperação dos seus efeitos.
São abandonadas importantes actividades sociais, ocupacionais ou recreativas devido à utilização da substancia.
A utilização da substancia é continuada apesar da existência de um problema persistente ou recorrente, físico ou psicológico, provavelmente causado ou exacerbado pela utilização da substancia ( por ex. utilização de cocaína, apesar da existência de uma depressão induzida pela cocaína ou manutenção do consumo do consumo de álcool, apesar do agravamento de uma ulcera devido ao consumo deste).
· Critérios de Abuso de Substancias
Padrão desadaptativo da utilização de substancias levando a défice ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por um (ou mais) dos seguintes, ocorrendo em qualquer ocasião, no mesmo período de 12 meses:
Utilização recorrente de uma substancia resultando na incapacidade de cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa (por exemplo, ausência repetidas, suspensões ou expulsões escolares relacionadas com a substancia; negligencia das crianças ou deveres domésticos.
utilização recorrente da substancia em situações em que esta se torna fisicamente perigosa (por ex. guiar um automóvel ou trabalhar com maquinas quando diminuído pela substancia.)
Problemas legais recorrentes, relacionados com a substancia (por ex., prisões por comportamento desordeiros relacionados com a substancia.)
Continuação da utilização da substancia apesar dos problemas sociais ou interpessoais, persistentes ou recorrentes, causados ou exacerbados pelos efeitos da substancia (por ex. discussões com o cônjuge sobre as consequências da intoxicação; lutas físicas)
· Critérios de Dependência de Substancias
Padrão desadaptativo da utilização de substancias levando a défice ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por três (ou mais) dos seguintes, ocorrendo em qualquer ocasião, no mesmo período de 12 meses:
Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes:
1.1 necessidade de quantidades crescentes de substancia para atingir a intoxicação ou o efeito desejado;
1.2 diminuição acentuada do efeito com a utilização continuada da mesma quantia de substancia
Abstinência, manifestada por um dos seguintes:
2.1 síndrome de abstinência característica da substancia (referencia aos critérios A e B para abstinência de substancias especificas;
2.2 a mesma substancia (ou outra relacionada) é consumida para aliviar ou evitar os sintomas da abstinência.
A substancia é frequentemente consumida em quantidades superiores ou por um período mais longo do que aquele que se pretendia.
Existe desejo persistente de ou esforços, sem êxito, para diminuir ou controlar a utilização da substancia.
È despendida grande quantidade de tempo em actividades necessárias à obtenção (por ex. cadeia de fornecedores) e à recuperação dos seus efeitos.
São abandonadas importantes actividades sociais, ocupacionais ou recreativas devido à utilização da substancia.
A utilização da substancia é continuada apesar da existência de um problema persistente ou recorrente, físico ou psicológico, provavelmente causado ou exacerbado pela utilização da substancia ( por ex. utilização de cocaína, apesar da existência de uma depressão induzida pela cocaína ou manutenção do consumo do consumo de álcool, apesar do agravamento de uma ulcera devido ao consumo deste).
· Critérios de Abuso de Substancias
Padrão desadaptativo da utilização de substancias levando a défice ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por um (ou mais) dos seguintes, ocorrendo em qualquer ocasião, no mesmo período de 12 meses:
Utilização recorrente de uma substancia resultando na incapacidade de cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa (por exemplo, ausência repetidas, suspensões ou expulsões escolares relacionadas com a substancia; negligencia das crianças ou deveres domésticos.
utilização recorrente da substancia em situações em que esta se torna fisicamente perigosa (por ex. guiar um automóvel ou trabalhar com maquinas quando diminuído pela substancia.)
Problemas legais recorrentes, relacionados com a substancia (por ex., prisões por comportamento desordeiros relacionados com a substancia.)
Continuação da utilização da substancia apesar dos problemas sociais ou interpessoais, persistentes ou recorrentes, causados ou exacerbados pelos efeitos da substancia (por ex. discussões com o cônjuge sobre as consequências da intoxicação; lutas físicas)
Estes são os sinais apresentados por quem abusa e é dependente de substâncias psicoativas (adictivas). Se apresentar um ou mais deste sinais peça ajuda a um profissional qualificado na area da dependencia. Pedir ajuda a profissionais, significa agir na prevenção e na esperança de uma vida melhor. Não agir na prevenção pode significar insanidade, "cometer os mesmos erros à espera de resultados diferentes"
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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segunda-feira, 30 de julho de 2007
Adolescência as Drogas e o Alcool

A dependência de substâncias psicoactivas (adictivas) consiste na adicção ao álcool e ou outras drogas lícitas e/ou ilicitas. È uma doença progressiva, primaria e se o processo destrutivo não for interrompido pode ser fatal.
Algumas diferenças sobre a dependência de químicos/alcool nos adolescentes e nos adultos:
- A dependência nos adolescentes é algo mais complexo.
- Competências insuficientes (experiência de vida) em lidar com a adversidade.
- A dependência química envolve a relação com os pais.
- O desenvolvimento ainda se encontra em transição (neurológico/físico/psicológico)
- Maturação sexual
- Período da frustração / raiva
Factores que podem contribuir para a adicção na adolescência:
- Insuficiente desenvolvimento espiritual ( valores e crenças)
- Saúde mental débil
- Sociedade que reforça e encoraja o uso de drogas lícitas, álcool e tabaco (publicidade)
- Curiosidade e ou fazer experiências com drogas
- Uso de substancias psicoactivas/ Abuso de substancias psicoactivas/ Adicção /Dependência
Algumas características encontradas em adolescentes adictos:
Abuso de nicotina e historial familiar com dependência de substâncias psicoactivas/alcoólico
Inexistência de um paralelo evidente para o desenvolvimento da adicção:
- Idade em que consome pela primeira vez
- Família disfuncional vs. família estruturada
- Inteligência (Q.I.)
Características da personalidade
- Desenvolvimento social e maturidade emocional demorada,
- Aparente resistência no desenvolvimento do superego/consciência,
- Tendência para o narcisismo,
- Baixa de auto estima,
- Fraca percepção e falta de autocrítica em comportamentos de risco (testar limites) e consequências negativas,
- Estados de humor instáveis, frequentemente identificados como depressão,
- Incapacidade de lidar com a realidade (ainda não está claro o porquê , mas parece que aqueles que usam drogas psicadélicas (alucinogénicas) já eram adolescentes instáveis antes do uso destas substancias.
- Paranóia e inadaptação sexual
- Capacidade de aprendizagem inadaptada (talentos e habilidades pessoais, insucesso escolar) e uso de químicos: muito comum
Desenvolvimento da maturidade e da autonomia
O uso de substâncias psicoativas/alcool afectam o processo :
1. Alterações físicas
2. Auto-conhecimento; modifica do concreto para o abstracto
3. Relacionamento entre pares
4. Relacionamento heterossexual
5. Autonomia dos pais
6. Identidade do “papel” sexual
7. Valores morais
8. Carreira profissional
Os adolescentes são portadores dos rituais, dos valores, da dinâmicas e do historial familiar.
Será que a família do dependente substâncias psicoactivas revela características negativas? Comportamento destrutivo? Conflitos?
Algumas características de uma família estruturada (saudável):
A família saudável comunica e ouve.
A família saudável reforça o positivo e apoia-se uns aos outros.
A família saudável ensina o respeito pelos outros.
A família saudável desenvolve o sentido de confiança.
A família saudável tem sentido de humor.
A família saudável partilha o sentido de responsabilidade entre todos.
A família saudável ensina o certo e o errado.
A família saudável tem rituais e tradições.
A família saudável é equilibrada na interacção entre os seus membros.
A família saudável desenvolve uma crença religiosa e/ou espiritual (não religioso, ausência de dogma e divindades).
A família saudável respeita a privacidade dos outros.
A família saudável valoriza o serviço para a comunidade.
A família saudável partilha as refeições e valoriza a comunicação entre os seus membros.
A família saudável partilha o tempo livre entre os seus membros.
Admite e procura ajudar nos problemas.
Aquilo que as famílias vêem nos jovens antes de admitirem que existe um problema de abuso/dependencia de substâncias psicoactivas / álcool.
1. Alteração da comportamentos na escola (absentismo)
2. Mudança súbita no padrão social
3. Secretismo sobre as amizades e as actividades
4. Alteração nas relações familiares
5. Alteração reconhecida na personalidade (atitudes e comportamentos)
6. Deterioração na aparência física
7. Problemas com a lei
Estilo de vida centrado no uso de drogas lícitas, incluindo o álcool e as drogas ilícitas.
Como reconhecer quando um adolescente é dependente? Observar o padrão de comportamentos em relação aquilo que é dito sobre as questões importantes na sua vida.
Assuntos básicos num adolescente "normal":Conquistar a independência no seio familiar,
Aceitação dos seus pares e definição de limites,
Amor e sexo,
Talentos e habilidades pessoais; trabalho e sentido de humor,
Formação de valores e moralidade,
Assuntos básicos num dependente substâncias psicoactivas /alcool:Ficar “pedrado”,
Manter o seu “stock” de drogas e ou alcool,
Aceitação dos seus pares,
Não ser “apanhado”,
Manter as pessoas, familiares e ou pessoas significativas, longe do seu problema
Algumas diferenças sobre a dependência de químicos/alcool nos adolescentes e nos adultos:
- A dependência nos adolescentes é algo mais complexo.
- Competências insuficientes (experiência de vida) em lidar com a adversidade.
- A dependência química envolve a relação com os pais.
- O desenvolvimento ainda se encontra em transição (neurológico/físico/psicológico)
- Maturação sexual
- Período da frustração / raiva
Factores que podem contribuir para a adicção na adolescência:
- Insuficiente desenvolvimento espiritual ( valores e crenças)
- Saúde mental débil
- Sociedade que reforça e encoraja o uso de drogas lícitas, álcool e tabaco (publicidade)
- Curiosidade e ou fazer experiências com drogas
- Uso de substancias psicoactivas/ Abuso de substancias psicoactivas/ Adicção /Dependência
Algumas características encontradas em adolescentes adictos:
Abuso de nicotina e historial familiar com dependência de substâncias psicoactivas/alcoólico
Inexistência de um paralelo evidente para o desenvolvimento da adicção:
- Idade em que consome pela primeira vez
- Família disfuncional vs. família estruturada
- Inteligência (Q.I.)
Características da personalidade
- Desenvolvimento social e maturidade emocional demorada,
- Aparente resistência no desenvolvimento do superego/consciência,
- Tendência para o narcisismo,
- Baixa de auto estima,
- Fraca percepção e falta de autocrítica em comportamentos de risco (testar limites) e consequências negativas,
- Estados de humor instáveis, frequentemente identificados como depressão,
- Incapacidade de lidar com a realidade (ainda não está claro o porquê , mas parece que aqueles que usam drogas psicadélicas (alucinogénicas) já eram adolescentes instáveis antes do uso destas substancias.
- Paranóia e inadaptação sexual
- Capacidade de aprendizagem inadaptada (talentos e habilidades pessoais, insucesso escolar) e uso de químicos: muito comum
Desenvolvimento da maturidade e da autonomia
O uso de substâncias psicoativas/alcool afectam o processo :
1. Alterações físicas
2. Auto-conhecimento; modifica do concreto para o abstracto
3. Relacionamento entre pares
4. Relacionamento heterossexual
5. Autonomia dos pais
6. Identidade do “papel” sexual
7. Valores morais
8. Carreira profissional
Os adolescentes são portadores dos rituais, dos valores, da dinâmicas e do historial familiar.
Será que a família do dependente substâncias psicoactivas revela características negativas? Comportamento destrutivo? Conflitos?
Algumas características de uma família estruturada (saudável):
A família saudável comunica e ouve.
A família saudável reforça o positivo e apoia-se uns aos outros.
A família saudável ensina o respeito pelos outros.
A família saudável desenvolve o sentido de confiança.
A família saudável tem sentido de humor.
A família saudável partilha o sentido de responsabilidade entre todos.
A família saudável ensina o certo e o errado.
A família saudável tem rituais e tradições.
A família saudável é equilibrada na interacção entre os seus membros.
A família saudável desenvolve uma crença religiosa e/ou espiritual (não religioso, ausência de dogma e divindades).
A família saudável respeita a privacidade dos outros.
A família saudável valoriza o serviço para a comunidade.
A família saudável partilha as refeições e valoriza a comunicação entre os seus membros.
A família saudável partilha o tempo livre entre os seus membros.
Admite e procura ajudar nos problemas.
Aquilo que as famílias vêem nos jovens antes de admitirem que existe um problema de abuso/dependencia de substâncias psicoactivas / álcool.
1. Alteração da comportamentos na escola (absentismo)
2. Mudança súbita no padrão social
3. Secretismo sobre as amizades e as actividades
4. Alteração nas relações familiares
5. Alteração reconhecida na personalidade (atitudes e comportamentos)
6. Deterioração na aparência física
7. Problemas com a lei
Estilo de vida centrado no uso de drogas lícitas, incluindo o álcool e as drogas ilícitas.
Como reconhecer quando um adolescente é dependente? Observar o padrão de comportamentos em relação aquilo que é dito sobre as questões importantes na sua vida.
Assuntos básicos num adolescente "normal":Conquistar a independência no seio familiar,
Aceitação dos seus pares e definição de limites,
Amor e sexo,
Talentos e habilidades pessoais; trabalho e sentido de humor,
Formação de valores e moralidade,
Assuntos básicos num dependente substâncias psicoactivas /alcool:Ficar “pedrado”,
Manter o seu “stock” de drogas e ou alcool,
Aceitação dos seus pares,
Não ser “apanhado”,
Manter as pessoas, familiares e ou pessoas significativas, longe do seu problema
O adolescente que atravessa o seu processo de desenvolvimento saudavel deve estar sóbrio. O processo de crescimento mais lento naqueles que apresentam uma predisposição para se tornarem adictos. Um adolescente com 18 anos que normalmente usa substancias psicoactivas, desde os 13, apresenta um padrão de pensamento e emocional de um adolescente de 13 ou 14 anos. Estudos recentes revelam que aqueles indivíduos que consomem haxixe ou outros cannabinoides, ao longo da vida, apresentam alterações na estrutura do seu cérebro. Isto é, se compararmos o cérebro de um consumidor de cannabinoides com o cérebro de um individuo não consumidor, o cérebro do consumidor revela algumas diferenças ao nível do seu desenvolvimento e funcionamento.
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quarta-feira, 16 de maio de 2007
A progressão da Dependência
Vale a pena observar a progressão da doença/adicção às drogas.Será que era este o resultado que ela desejava ter quando lhe foi tirado a primeira foto? Na minha opinião NÂO.
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