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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

A mentira é o oposto à vulnerabilidade


 Muitas mentiras pequenas fazem uma mentira grande

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Sentimentos e decisões


 Sentimos a dor, o remorso, a vergonha, a culpa mas orientamos as nossas decisões pela motivação, confiança e a esperança.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Desafios do devir


 Um dos desafios do devir é conseguirmos adaptar à realidade

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Empatia


 Podíamos disseminar a empatia na família, no trabalho e na sociedade. Seriamos mais felizes.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Historias e memorias

Porque é que as memorias são importantes? Porque duram para sempre.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Mente aberta à mudança de atitudes e comportamentos

 

Eu opto por mudar em vez de procurar desculpas e culpados.

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Quebrar o silêncio disfuncional

 

Existem palavras poderosas que mudam as pessoas, para melhor. É através das palavras que quebramos o silêncio disfuncional da negação e da vergonha.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Florescer significa ir mais além do que somente sobreviver




Se queremos florescer, precisamos de amor como de oxigénio para respirar.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Não basta sobreviver é preciso ir mais além



A genialidade humana reclama que não estejamos limitados a sobreviver, mas que sejamos inovadores e resilientes na arte de bem viver.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

É OK cometer erros




É OK cometer erros porque não sabemos todas as respostas

terça-feira, 23 de junho de 2020

Ego insuflado vs. ego dorido





O ego insuflado pode conduzir-nos às nuvens mas quando está dorido arrasta-nos para a escuridão

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Apesar dos planos, serem da nossa responsabilidade, o resultado final está fora do nosso controlo






Podemos possuir boas intenções e fazer planos, mas não conseguimos controlar os resultados. A vida é difícil, precisamos de preparar-nos para o imprevisto, improvisando através de resiliência.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Seres imperfeitos




O ser humano precisa de proteger-se contra a sua própria humanidade imperfeita

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Primeiro as pessoas e depois as coisas




Gostar de pessoas e usar coisas, em vez de gostar de coisas e usar pessoas.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

O auto conhecimento e a felicidade




O auto conhecimento pode conduzir-nos ao âmago daquilo que é essencial à vida plena; felicidade.

terça-feira, 19 de maio de 2020

Onde é que procuramos a sorte?





Onde é que procuramos a sorte? Na tentativa e no erro

segunda-feira, 2 de março de 2020

Gestão dos conflitos nos relacionamentos interpessoais



Olá,
este texto faz parte da 126ª Dica Arte Bem Viver.

Gestão dos conflitos nos relacionamentos interpessoais. Todos nós nos debatemos com conflitos, no dia-a-dia, por exemplo na família, no relacionamento romântico, no trabalho, amigos, parceiros, etc. Se conseguirmos ser honestos, connosco próprios, admitimos que todos nós fugimos do conflito, assim como, evitamos os sentimentos dolorosos. A gestão dos conflitos é um tema complexo quando duas pessoas, ou mais, entram em disputa assumindo posições individuais antagónicas. Para agravar ainda mais os conflitos interpessoais, as divergências individuais também podem assumir proporções preocupantes dada a falta de literacia emocional, vulgo, gestão construtiva de sentimentos, em especial, aquelas pessoas susceptíveis a sentimentos intensos e dolorosos; raiva, ressentimento, frustração, stress excessivo, medo, controlo. Por exemplo, pessoas zangadas (raiva) tendem a manipular através da intimidação e da agressividade, evocam a honestidade e a frontalidade a fim de justificarem a sua intransigência. As pessoas passivas tendem a evitar, a todo o custo o conflito, assumindo o papel da vítima e/ou do agradador/a, cedem à pressão, todavia, não revelam aquilo que sente/pensam sobre determinado assunto, são pessoas desconfiadas e imprevisíveis.

Dicas para a gestão do conflito numa relação interpessoal:
1. Colocar o assunto em “cima da mesa” – Qual é o problema? As partes interessadas na gestão dos conflitos precisam de recolher informação específica, concisa, factual assim como identificar os sentimentos hostis e intensos sobre aquilo que consideram que é o problema.

2. Preparem-se para o diálogo. Implica que cada pessoa acabe por compreender os interesses de ambos. Você sabe quais são os interesses do outro? Você sabe quais são diferenças de opinião, os sentimentos intensos e hostis do outro? Você sabe quais são as suas diferenças e sentimentos intensos?

3. Discussão e abordagem do conflito. Nesta fase, é importante dar mais importância aos interesses em comum, e no caso das posições antagónicas, procurar opções que sejam mutuamente satisfatórias, de acordo com normas justas.

4. Evitar que o conflito se centre naquilo que cada um pretende ou não, individualmente, ambas as partes devem tentar, sempre que possível, obter proveitos mútuos e resultados cujo fundamente seja baseado em normas justas, independentemente, da vontade de cada um.

5.Quando existem conflitos existe uma tendência natural para recorrer às artimanhas, à manipulação e/ou enganos. Apesar de ser tentador, não o faça.

6. Perante uma disputa com pessoas significativas é errado, dizer tudo aquilo que nos passa pela cabeça, assim como, é preciso seleccionar cuidadosamente as palavras que utilizamos para comunicar honestamente. Lembre-se de que a confiança é essencial para o relacionamento interpessoal.

7. Para haver violência numa relação são necessárias duas pessoas. Erradique completamente a agressividade durante a discussão. Se você está zangado/a, interrompa a fase da discussão, e avise que precisa de sair da sala.

Dilema perante o conflito: Quando é devemos ser corajosos para enfrentar o conflito, ou por outro lado, ter sabedoria para desvalorizar a questão em causa?
Perante o conflito, as pessoas agressivas atacam as pessoas e ignoram o problema.
Perante o conflito as pessoas passivas ignoram o problema e recorrem à auto-piedade e ao drama.
Perante o conflito o manipulador ignora as normas justas e honestas, recorre às artimanhas e ao controlo.

8. Caso não encontrem soluções, para o conflito, baseadas em normas justas podem recorrer a uma 3ª pessoa isenta – Mediador de conflitos.
Não existem relacionamentos saudáveis, sem conflitos, a diferença entre o relacionamento saudável e o disfuncional, é na forma como se aborda, discute e se encontram soluções para os conflitos baseadas em normas justas para a relação (projecto em comum), através de uma plataforma de entendimento mutuo. Controle os seus impulsos básicos e tome decisões saudáveis e construtivas.

“Sem emoções e vontades, não poderíamos atribuir diferentes valores a opções diferentes.” António Damásio

Votos de uma semana fantástica.

Nota: Se desejar receber a Dica Arte Bem Viver na sua caixa de correio eletronico, é gratis e simples, envie um email para joaoalexx@sapo.pt e no assunto da mensagem escreva Dica Arte Bem Viver

Cumprimentos

segunda-feira, 23 de julho de 2018

123ª Dica Arte Bem Viver de 28.07.2013




Olá,
No mundo convulsivamente competitivo e individualista de hoje está a dar lugar ao desejo obsessivo do ganho material e da segurança financeira. Investigadores americanos que estudam os jovens, durante a vida académica, afirmam que é de realçar as diferenças na importância atribuída a dois princípios contrastantes:
1. O desenvolvimento de uma filosofia de vida profunda. 
2. Ter sucesso financeiro. A maioria dos jovens (74%) afirma que o segundo princípio orienta os seus objectivos de vida.

Apesar de o sucesso financeiro, orientar as prioridades nas nossas vidas, conscientemente, sabemos que existem outras prioridades mais significativas que o dinheiro. Todavia a Dica, não visa o sucesso financeiro, pelo contrário, reforçar as prioridades relacionadas uma filosofia de vida profunda e que contemplem o desenvolvimento psicossocial.

Quais são os seus rituais que reforçam a Arte Bem-Viver? 
Um dos objectivos dos rituais com significado é reforçar o compromisso. Por exemplo, se você valoriza o exercício físico, uma parte do seu dia é dedicado a fazer actividade física. Alguns rituais que praticamos reforçam a ligação à comunidade onde estamos inseridos, exemplo; frequência de lugares religiosos. Outros rituais reforçam os afectos ao sistema familiar, um exemplo; visitar um familiar doente. Os rituais são poderosos e recheado de significado e propósito.

Estabeleça rituais e tradições com significado no seu sistema de relacionamentos (seja de amizade, familiar, romântico ou outro). Os rituais como sabe, são atividades repetidas, determinadas, coordenadas e que têm um significado profundo e recompensador a médio e a longo prazo. Comprometa-se a celebra-los e evite fazê-lo quando é apenas conveniente. O poder dos rituais reside na repetição e na conjugação de esforços. Sem estas características o ritual torna-se numa mera rotina e amorfo de significado.

Quais são os rituais geradores de sucesso? Qualquer sucesso na vida obriga a um esforço contínuo. Aquele tipo de sucesso mais permanente e gratificante exige reflexão profunda sobre o propósito que serve de base a esse esforço; relação causa e efeito.

Actualize-se em relação ao seu próprio crescimento e maturidade. Sabia que estamos sujeitos à adversidade, ao preconceito, ao conformismo e ao tédio? Isto é, precisamos de renovar e reinventar as nossas competências cognitivas e emocionais através de um trabalho interior.

Cultive rituais que o/a liguem a outras pessoas (positivas e genuínas) e que promovam a literacia emocional e espiritual; por exemplo ajudar e ser ajudado/a em momentos adversos, a honestidade, a confiança, o desapego, a intimidade, a fé e esperança (meditação e oração) e a resiliência. Cultive rituais artísticos geradores de fluxo/energia altamente motivador. Desenvolva rituais saudáveis que promovam e reforcem o auto conhecimento (gestão do stress e do conflito, tomar decisões relevantes, coerentes e consistentes, reforço de convicções e sonhos).

Esta semana monitorize os seus rituais. Identifique quais são os rituais negativos e os rituais saudáveis. Conquiste o direito a uma vida com qualidade na Arte Bem-Viver.
Desejo lhe uma semana fantástica
Cumprimentos


Nota: Considera que esta dica pode ser útil a alguém familiar ou conhecido? Pode reencaminhar a dica através de email.



sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Elogiar é essencial, mas com arte.


«A melhor forma de recompensar, os nossos filhos, é ensina-los a gostar de desafios, ficarem intrigados com os erros que cometem, a apreciar o esforço, permanecerem motivados e comprometidos pelo processo de aprendizagem. Desta maneira, eles não precisam de ficar «escravos» dos louvores e dos elogios. Ao longo da vida, eles irão ter imensas oportunidades para desenvolver e construir a sua própria autoconfiança.» Carol Dweck, professora de Psicologia na Universidade de Stanford, EUA e autora de vários livros, entre eles destaco Mindset; a atitude mental para o sucesso.

Comentário. A Dra. Carol Dweck e os seus colegas, desenvolveram vários estudos, com crianças, sobre o elogio e chegaram à conclusão, de que, elogiar a inteligência das crianças prejudica a sua motivação e prejudica o seu desempenho. É verdade, o elogio permite-lhes um impulso e um fulgor adicional, mas só funciona naquele momento. Contudo, mais tarde, quando encontrarem um obstáculo, não irão possuir a confiança e a motivação necessária.

Como é que podemos apoiar e motivar as nossas crianças a gostar de desafios?
Como pais, professores, profissionais e mentores sabemos dos desafios que contempla a educação das nossas crianças. Cada criança apresenta desafios diferentes e complexos; todas são diferentes e únicas.  Ouvimos afirmações de pais, dos quais me incluo, «Pelos meus filhos, sou capaz de tudo…» todavia, muitas vezes, a realidade, não é bem assim. Isto é, quando pensamos que estamos a fazer bem, podemos estar a prejudica-los. Como sabemos, o desenvolvimento da criança até à idade adulta, contempla varias transições, isso significa, que irão encontrar vários e complexos desafios e oportunidades, enquanto o nosso trabalho é apoiar, incentivar, orientar, proteger com vista à autonomia, à resiliência, ao amor, à compaixão, à motivação e à confiança. Somos cuidadores bem-intencionados, «somos capazes de tudo…», mas precisamos de conseguir passar uma mensagem realista, especifica e coerente sobre a diferença entre o sucesso e o fracasso, em vez projetarmos ideais moralistas e irreais, muito em voga, na sociedade atual, consumista e hedonista. Elogiar as crianças terá mais impacto, para o seu desenvolvimento, se o fizermos em resultado do seu esforço, pela sua persistência, talento, gestão dos problemas e reforço de valores. Não quer dizer, que não devemos elogiar as crianças, pelo contrario, queremos que os elogios permaneçam bem presentes, nas mentes dos nossos filhos, nas alturas mais importantes das suas vidas. Quais foram os elogios, mais significativos, que ouvimos dos nossos pais, professores ou mentores que ainda permanecem vivos nas memorias e recordamos nos momentos mais adversos?



quarta-feira, 27 de abril de 2016

Compreender é compaixão



«Se pensarmos que a criança se comporta mal, certamente iremos pensar em maneiras de a castigar. Mas se pensarmos que a criança está a aprender a lidar com as suas dificuldades, iremos pensar em maneiras de a ajudar.»

Como muita frequência oiço comentários de pais, na minha opinião, desproporcionados da realidade, sobre o comportamento dos filhos. Por exemplo, «O meu filho é uma peste, não sei a quem sai.» ou «O meu filho está naquela idade do armário… só faz disparates.» ou «O meu filho quando for adolescente não sei como vai ser… ele é terrível.» Este tipo de comentários é revelador da frustração dos pais quanto às suas interpretações sobre os comportamentos dos filhos. Em muitos casos, a frustração dos pais gera dicotomia conduzindo a uma abordagem binária – 1. censura e 2. castigo.  Podemos cair no erro de rotularmos os nossos filhos, com base na frustração e assim poder influenciar pela negativa a relação de confiança.
Como pais (e sociedade) precisamos de proporcionar às crianças orientação na gestão das suas emoções (literacia emocional). Da mesma maneira que as ensinamos a estudar e a escolher uma carreira profissional, a adotarem regras e valores imateriais universais (certo e errado) em casa e na escola elas também precisam de aprender a lidar com os sentimentos: 
  • Nos sentimentos não existe certo ou errado, bonito ou feio. Os sentimentos são uma parte fundamental e integrante da personalidade que precisa de ser valorizada. Isto é, precisamos de ajudar as crianças a ser honestas com aquilo que elas sentem. Numa situação de conflito com a criança, pergunte como é que ela está a sentir e escute. Ela está triste? Zangada? Com medo? Valoriza estes sentimentos.
  • Se as crianças sentem dor, frustração, raiva isso significa que são saudáveis em vez de colocarmos rótulos e estereótipos que reforçam a vergonha. Reforçar a vergonha é o equivalente a estarmos a destruir a auto estima dos nossos filhos (auto conceito).