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sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Não somos perfeitos


 Todos nós temos uma história dolorosa para contar. Todos nós temos problemas e a dada altura da vida precisamsos de ajuda; os problemas não acontecem só aos outros.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Pontes e vínculos resilientes


Se queremos ser felizes não podemos construir barreiras intransponíveis, precisamos de construir pontes e vínculos resilientes. 

quarta-feira, 31 de março de 2021

135ª Dica Arte Bem Viver


Olá,

De acordo com a minha experiência profissional de duas décadas posso assegurar que os seres humanos evitam o conflito e fogem dos problemas. Qualquer actividade, associada a problemas e/ou que provoque sensações desagradáveis, que exige esforço mental é evitada. Talvez por isso, ficamos bloqueados, perante a possibilidade de desafiar o estatuto e o sistema de crenças que são disfuncionais. Isto é, se algo se revela desconfortável, mas familiar, acabamos por aceitar, conformados, em vez de desafiar o medo do desconhecido. Não é por acaso que a «lei do menor esforço» se tornou uma lei.

Adoptamos o conformismo, quando isso implica desafiar a nossa zona de conforto, refiro-me ao auto conhecimento e ao desenvolvimento pessoal. Considero que o conformismo afecta, negativamente, um número considerável de pessoas que permanecem cristalizadas em dogmas, modas e tradições ultrapassados. Na prática, essas pessoas aceitam um conjunto de princípios, ideias, instituídas por outras pessoas, que até consideram desfavorável, sem questionar ou por em causa. Por exemplo, podemos reportar à actual crise que atravessamos onde o Dr. Daniel Kahneman, vencedor do prémio Nobel de economia, afirma “Uma das lições da crise financeira é que há períodos em que a concorrência, entre especialistas e entre organizações, cria poderosas forças que favorecem uma cegueira colectiva ao risco e à incerteza.”

O conformismo individual é abdicarmos das nossas próprias ideias e convicções, e seguirmos a “cegueira colectiva” competindo pelo estatuto, sucesso e o poder. A pressão social e económica assegura-nos, falsamente, que estamos seguros. Neste frenesim, desistimos da nossa identidade, do eu verdadeiro, em prol do sucesso e do estatuto social. Ficamos confinados ao ego, criando assim, uma falsa sensação de confiança.

•             Abdique do conformismo, mesmo que isso implique conflito. Na prática, pode significar que você é aceite, ou não, por aquilo que pensa e defende. Possui ideias e convicções próprias.

•             Pense pela sua própria cabeça, reforçado pelas suas convicções, e acrescente algo, com as ideias dos outros. Isso significa abertura à discussão, em vez de agir mediante ideias (disfuncionais) instituídas por outros.

•             Reforce a sua identidade: Escute os seus sentimentos, expresse as suas ambições, siga as suas motivações, concretize os seus sonhos, seja persistente com os objectivos, acredite na sua intuição e seja curioso/a com o mundo à sua volta.

•             Aquele que ambiciona grandes recompensas, ao nível do seu desenvolvimento pessoal, precisa de se sujeitar a grandes riscos. 

Seja um/a inconformado/a no seu desenvolvimento pessoal. Votos de uma excelente semana.

Cumprimentos

    

Comentário: Sabia que a Dica Arte de Bem-Viver começou com uma "brincadeira" para os amigos, em Abril de 2011? Atualmente é enviada para mais de 500 pessoas e vários países de expressão portuguesa (Portugal, Angola, Moçambique e Brasil) e para os Estados Unidos da América. À data deste post vai na sua 250ª publicação. Caso deseje receber a Dica Arte Bem-Viver basta enviar um email para joaoalexx@sapo.pt. No assunto da mensagem escreva: Dica Arte Bem-Viver. Todos os dados são confidenciais. É grátis.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

A mentira é o oposto à vulnerabilidade


 Muitas mentiras pequenas fazem uma mentira grande

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Lidar com o imprevisto e com os erros


 Quando decidimos investir num projecto, a longo prazo, precisamos de contemplar o imprevisto e o erro.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Sentimentos de raiva e ressentimento podem significar perda de qualidade de vida

A raiva e o ressentimento quando não são compreendidos e monitorizados são sentimentos auto destrutivos
 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Quebrar o silêncio disfuncional

 

Existem palavras poderosas que mudam as pessoas, para melhor. É através das palavras que quebramos o silêncio disfuncional da negação e da vergonha.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Não basta sobreviver é preciso ir mais além



A genialidade humana reclama que não estejamos limitados a sobreviver, mas que sejamos inovadores e resilientes na arte de bem viver.

segunda-feira, 13 de julho de 2020

É OK cometer erros




É OK cometer erros porque não sabemos todas as respostas

terça-feira, 23 de junho de 2020

Ego insuflado vs. ego dorido





O ego insuflado pode conduzir-nos às nuvens mas quando está dorido arrasta-nos para a escuridão

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Algumas soluções exigem inovação e criatividade




Precisamos de concentrar-nos na solução, porque os problemas vieram para ficar

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Apesar dos planos, serem da nossa responsabilidade, o resultado final está fora do nosso controlo






Podemos possuir boas intenções e fazer planos, mas não conseguimos controlar os resultados. A vida é difícil, precisamos de preparar-nos para o imprevisto, improvisando através de resiliência.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Seres imperfeitos




O ser humano precisa de proteger-se contra a sua própria humanidade imperfeita

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Sonho, magia e sentido


A vida sem sonho, magia e sentido é desprovida de conteúdo, propósito e esperança

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Auto estima



Eu opto pela auto estima em vez da auto piedade

segunda-feira, 2 de março de 2020

Gestão dos conflitos nos relacionamentos interpessoais



Olá,
este texto faz parte da 126ª Dica Arte Bem Viver.

Gestão dos conflitos nos relacionamentos interpessoais. Todos nós nos debatemos com conflitos, no dia-a-dia, por exemplo na família, no relacionamento romântico, no trabalho, amigos, parceiros, etc. Se conseguirmos ser honestos, connosco próprios, admitimos que todos nós fugimos do conflito, assim como, evitamos os sentimentos dolorosos. A gestão dos conflitos é um tema complexo quando duas pessoas, ou mais, entram em disputa assumindo posições individuais antagónicas. Para agravar ainda mais os conflitos interpessoais, as divergências individuais também podem assumir proporções preocupantes dada a falta de literacia emocional, vulgo, gestão construtiva de sentimentos, em especial, aquelas pessoas susceptíveis a sentimentos intensos e dolorosos; raiva, ressentimento, frustração, stress excessivo, medo, controlo. Por exemplo, pessoas zangadas (raiva) tendem a manipular através da intimidação e da agressividade, evocam a honestidade e a frontalidade a fim de justificarem a sua intransigência. As pessoas passivas tendem a evitar, a todo o custo o conflito, assumindo o papel da vítima e/ou do agradador/a, cedem à pressão, todavia, não revelam aquilo que sente/pensam sobre determinado assunto, são pessoas desconfiadas e imprevisíveis.

Dicas para a gestão do conflito numa relação interpessoal:
1. Colocar o assunto em “cima da mesa” – Qual é o problema? As partes interessadas na gestão dos conflitos precisam de recolher informação específica, concisa, factual assim como identificar os sentimentos hostis e intensos sobre aquilo que consideram que é o problema.

2. Preparem-se para o diálogo. Implica que cada pessoa acabe por compreender os interesses de ambos. Você sabe quais são os interesses do outro? Você sabe quais são diferenças de opinião, os sentimentos intensos e hostis do outro? Você sabe quais são as suas diferenças e sentimentos intensos?

3. Discussão e abordagem do conflito. Nesta fase, é importante dar mais importância aos interesses em comum, e no caso das posições antagónicas, procurar opções que sejam mutuamente satisfatórias, de acordo com normas justas.

4. Evitar que o conflito se centre naquilo que cada um pretende ou não, individualmente, ambas as partes devem tentar, sempre que possível, obter proveitos mútuos e resultados cujo fundamente seja baseado em normas justas, independentemente, da vontade de cada um.

5.Quando existem conflitos existe uma tendência natural para recorrer às artimanhas, à manipulação e/ou enganos. Apesar de ser tentador, não o faça.

6. Perante uma disputa com pessoas significativas é errado, dizer tudo aquilo que nos passa pela cabeça, assim como, é preciso seleccionar cuidadosamente as palavras que utilizamos para comunicar honestamente. Lembre-se de que a confiança é essencial para o relacionamento interpessoal.

7. Para haver violência numa relação são necessárias duas pessoas. Erradique completamente a agressividade durante a discussão. Se você está zangado/a, interrompa a fase da discussão, e avise que precisa de sair da sala.

Dilema perante o conflito: Quando é devemos ser corajosos para enfrentar o conflito, ou por outro lado, ter sabedoria para desvalorizar a questão em causa?
Perante o conflito, as pessoas agressivas atacam as pessoas e ignoram o problema.
Perante o conflito as pessoas passivas ignoram o problema e recorrem à auto-piedade e ao drama.
Perante o conflito o manipulador ignora as normas justas e honestas, recorre às artimanhas e ao controlo.

8. Caso não encontrem soluções, para o conflito, baseadas em normas justas podem recorrer a uma 3ª pessoa isenta – Mediador de conflitos.
Não existem relacionamentos saudáveis, sem conflitos, a diferença entre o relacionamento saudável e o disfuncional, é na forma como se aborda, discute e se encontram soluções para os conflitos baseadas em normas justas para a relação (projecto em comum), através de uma plataforma de entendimento mutuo. Controle os seus impulsos básicos e tome decisões saudáveis e construtivas.

“Sem emoções e vontades, não poderíamos atribuir diferentes valores a opções diferentes.” António Damásio

Votos de uma semana fantástica.

Nota: Se desejar receber a Dica Arte Bem Viver na sua caixa de correio eletronico, é gratis e simples, envie um email para joaoalexx@sapo.pt e no assunto da mensagem escreva Dica Arte Bem Viver

Cumprimentos

segunda-feira, 11 de junho de 2018

O estigma, a negação e a vergonha e a prevenção dos comportamentos adictivos




Por motivos históricos, culturais e morais, precisamos de mudar a perceção de algumas crenças rígidas e disfuncionais. Segundo o dicionário da Priberam da Língua Portuguesa estigma é. "Marca, cicatriz perdurável, marca infame feita com ferrete." Recorremos ao estigma ("marca", rótular, preconceitos) a fim de nos diferenciar dos outros, desta forma, estabelecemos uma identidade social, convencendo que somos aqueles que são os "normais.". Na realidade, todos nós já sofremos com o estigma; fomos marcados, sinalizados como “anormais -  persona non grata.  

Segundo o dicionário Priberam da Língua Portuguesa negação é: "Não confessar culpa ou delito, recusar, repudiar, afirmar que algo não existe (desmentir), rejeitar" O que é que fazemos quando não queremos ver a verdade? Quando adiamos algo importante? Como é que se ajuda uma pessoa que recusa ser ajudada? O que é que fazemos quando justificamos o injustificável e o disfuncional?
Optamos por esconder, não ver, não sentir e resistir à mudança de comportamentos e atitudes. 

Segundo o dicionário Priberam da Língua Portuguesa vergonha é: "Pudor, pejo, timidez, acanhamento, timidez, embaraço, receio de desonra" Esta definição diz-nos pouco sobre o poder toxico da vergonha. A vergonha tóxica está enraizada na identidade (ser); não ser digno, não merecer, algo está errado connosco, preocupação e perfecionismo. A vergonha é mais difícil de identificar do que o sentimento de raiva, a ansiedade e a necessidade do controlo. Levamo-nos demasiado a sério (excesso de zelo, moralidade) porque queremos “esconder” a vergonha tóxica.

Passamos uma parte considerável da nossa vida social a fingir, a negar e a proteger-nos da critica alheia com medo de revelarmos os sentimentos: desenvolvemos a crença que seremos criticados/julgados, repudiados por isso. Na verdade, sentir é OK, independentemente, daquilo que outros pensam ou dizem. É uma prioridade conseguirmos ser honestos connosco próprios.
 Alguns factores que reforçam o estigma, a negação e a vergonha. 1. Preocupação excessiva sobre o que é que os outros pensam 2. medo desmesurado do desconhecido 3. necessidade de certezas absolutas 4. ansiedade, perfecionismo 5. "ter o controlo sobre tudo" 6. comparação e competição excessiva 7. viver de aparências ou estilos de vida que não podemos suportar.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Negar as evidencias não é um acto responsável.



Gradualmente, a legalização da canábis (resina e planta), vulgo haxixe e erva, sem ser para utilização terapêutica, tem ganho adeptos dos mais variados quadrantes da sociedade; partidos políticos, organizações não governamentais, opinion makers, alguns artistas, comunicação social, etc. Pessoalmente, não sou a favor da legalização da canábis e explico porquê. Não tenho nada contra as drogas, tenho é muitos motivos para estar desacreditado e desiludido em relação às pessoas, refiro-me aos decisores políticos.  Por outro lado, os portugueses não estão suficientemente informados, a nível científico, sobre os efeitos da droga psicoativa alteradora do sistema nervoso central. Quantas aldeias e vilas empobrecidas, principalmente do interior do país, estão informadas a nível científico? Estas pessoas continuam a recorrer aos mitos e tradições retrogradas e desatualizadas, em termos de comparação, acrescento o consumo do álcool, para efeitos terapêuticos, “beber álcool aquece”, “beber álcool alimenta “ou  “beber algo dá energia”, etc. Nestas aldeias, mais depressa se encontra um traficante de canábis, do que luz na rede elétrica. Nas consultas, escuto pais, licenciados, também baralhados e confusos, perante os argumentos, adquiridos na rua ou informação falsa, dos seus filhos que insistem que o canábis é uma droga inócua para a saúde.

Quando penso na legalização da canábis, dá a sensação que primeiro legisla-se e depois legaliza-se ou vice-versa, mas o que importa é a visão mercantilista da coisa de acordo com as leis do mercado (milhões de euros nos cofres do estado em impostos, postos de trabalho, mercado negro, etc) e depois que se lixem, as pessoas e as suas famílias, que apresentam problemas graves de saúde, devido ao uso e abuso da cannabis, por exemplo, indivíduos com surtos psicóticos, depressão e ansiedade. Sabia que a canábis gera dependência psicológica? Numa consulta com Nuno (nome fictício) afirmou o seguinte: “Estou cheio de medo de largar a erva… depois o que é que vai ser de mim??? Acho que não vou conseguir…estou com medo…” De notar que o discurso do Nuno, estava emocionado e assustado, visto, há décadas consumir canábis, diariamente. Para terminar, um dia escutei um documentário onde o investigador fez a seguinte declaração: “O canábis não mata, mas pode enlouquecer. “, subscrevo.

Alguns fatores importantes sobre a Legalização do canábis (Alimento pro pensamento)
  • Condução sob o efeito de canábis. Legislação
  • Legislação no trabalho. Irá o consumo de canábis afetar o rendimento/produtividade no trabalho?
  • Idade legal para o consumo – EUA de acordo com a legislação são 21 anos
  • Indústria milionária -   Marketing agressivo, leis do mercado, concorrência, mercado negro, lucro, outros produtos, por exemplo, confecção de bolos, doces (risco de consumo por crianças).
  • Qual é o nível de THC permitido/seguro para consumo? Sabia que o nível de THC é elevadíssimo comparativamente há 20 anos?
  • Para os pais – orientações científicas sobre o consumo, abuso e dependência psicológica, refiro-me à prevenção e ao tratamento.
  • Escolas – políticas e critérios - orientações para os professores e pessoal não docente.
  • Prevenção do abuso e dependência do canábis – campanhas informativas nos meios de comunicação social.
  • Alternativas aos consumos/abuso de canábis, por exemplo, em festas, concertos, queimas das fita, etc
  • Evidencia científica sob o consumo, abuso e dependência do canábis
  • Posse legal de canábis /Quantidade?
  • Cultivo, produção, fabrico e extração das substâncias psicoactivas a fim de estarem disponível para o consumidor final.
  • Segundo a evidencia cientifica o consumo durante a adolescência aumentou o risco de surtos psicóticos. Nos EUA, um em cada 6 adolescentes que experimentam canábis ficam dependentes. O risco de dependência é maior do que do álcool.
  • Atualmente a canábis é mais potente (níveis de THC agente tóxico activo) comparativamente há 20 anos. Aumenta o risco de dependência?
  • Saúde vs Economia - Decisores políticos – estratégia para a prevenção, o tratamento e a recuperação das pessoas dependentes. O problema não são as drogas, o problema são as pessoas.
  • Trafico, mercado negro.
  • Factos: nos EUA, em alguns estados, o numero de adolescentes que vão as urgências dos hospitais aumentou após a legalização do canábis. Nos EUA o numero de acidentes de viação aumentou após a legalização do canábis.
  • Na minha opinião, Portugal, (principalmente, os decisores políticos) não está preparado para seguir uma estratégia que assegure o apoio às pessoas, às suas famílias e às comunidades, refiro-me á prevenção e ao tratamento do abuso e da dependência do canábis. Assim como não existe um dialogo (pontes) entre a comunidade cientifica e o publico em geral, devido principalmente ao estigma, ao preconceito (e hipocrisia), à negação e à vergonha. Todavia, observo pequenas ações educativas, por exemplo, Ordem dos Médicos, mas para fins terapêuticos.
  • Consumo de canábis durante a gravidez e efeitos para o bebé.
  • Utilize esta lista para abordar o tema com os seus filhos. 




quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Retiro Espiritual Online - Programa Desenvolvimento Pessoal @ - Kit




Retiro online pioneiro e inovador. 

Importante: Todos os seus dados são mantidos sob o mais rigoroso sigilo (confidencialidade).  Durante 30 dias consecutivos pode participar num  Retiro Espiritual – momentos iluminados de inspiração apelando:



  • À intuição e à curiosidade (mente aberta). 
  • À fé (conexão/crenças morais universais espirituais) num Poder Superior/Espírito Criador, conforme você O/A concebe, (religioso ou não). Por exemplo, Deus, Alá, Ensinamentos do Buda, Deusa, Deuses, Anjo, Natureza, etc. O conceito espiritual, neste retiro, visa reforçar as suas próprias crenças individuais, a relação com as outras pessoas e com um mundo transcendental e imaterial, não religioso, com ou sem dogmas e/ou divindades. Você é que decide em quem acredita e o quê; o importante é acreditar. O objetivo do retiro é enriquecer a sua literacia emocional/espiritual e não determinar quaisquer crenças/valores. 
  • À oração e à meditação (monitorizar qualidade de pensamentos), 
  • À tolerância e à esperança contra o preconceito, 
  • Aos afetos e à integridade (amor), 
  • Ao significado e propósito (rumo da vida), 
  • À sua criança interior (criativa e espontânea - sentimentos).


Segundo o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a palavra retiro significa: “refugio, remanso, período de afastamento da vida ativa consagrado à meditação religiosa, à oração.
Gostaria de reforçar que este Kit não tem um cariz religioso (exemplo, dogma e/ou divindades), todavia cabe a você, proporcionar a orientação espiritual, em relação às suas próprias crenças, que considerar validas. A espiritualidade, característica inusitada e intrínseca ao ser humano, é uma aprendizagem contínua e uma jornada que se desenrola ao longo da vida; sentimos, acreditamos e isso basta, para se ser espiritual.


Para a grande maioria de nós, torna-se difícil dispor de um fim-de-semana para frequentar um retiro espiritual, longe da agitação do dia-a-dia. Falo por experiência própria, visto ter frequentado alguns retiros em Portugal e no estrangeiro. Este PDP@/Retiro Online, em formato PDF, surge como forma de ultrapassar estas condicionantes e proporcionar-lhe um acesso a uma porta iluminada - conceitos e valores espirituais, sempre presentes no dia a dia, mas em muitos casos negligenciados pelas nossas vidas agitadas e consumistas (pressão e correrias). 
Caso esteja interessado/a envie email para joaoalexx@sapo.pt e escreva no assunto da mensagem PDP@. 


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Eu, eu e eu e depois tu.


«As crianças que são expostas à violência, na família, o seu cérebro revela o mesmo tipo de actividade que os soldados em combate.» ThePsychmind.com

Muito se escreve e se fala em violência domestica entre adultos, mas não podemos esquecer as crianças, oriundas de famílias disfuncionais, também elas expostas à violência pelos pais. Em muitos casos, estas crianças são manipuladas pelos pais narcisistas. O mundo dos adultos não é seguro para algumas crianças vulneráveis.
Eis algumas características de pais narcisistas e os seus jogos psicológicos segundo o Dr Dan Neuharth.
  • Proíbem os filhos de discordar do pai/mãe.
  • Utilizam a culpa, a manipulação e a pressão afim de satisfazer, em primeiro lugar, as necessidades do pai/mãe.
  • Comportamento imprevisível do pai/mãe.
  • Arruínam momentos felizes por causa do comportamento egoísta do pai/mãe.
  • Dramatizam, «culpam tudo e todos» e destabilizam a harmonia familiar.
  • Adotam jogos psicológicos – vitima/mártir.
  • Dizem aos filhos que podem confiar no pai/mãe, mas depois desiludem, visto não serem capazes de manter o compromisso por muito tempo.
  • Necessidade de ser o centro das atenções ou dominar os temas das conversas.
  • Estes pais nunca estão satisfeitos com o comportamento dos filhos.
  • Minimizam ou ridicularizam os sentimentos das crianças. Por exemplo, a criança chora e o pai/mãe faz chacota da situação em publico.


Se você é filho de um pai ou mãe narcisista, certamente não será o único e podemos considerar que é um sobrevivente. Existem muitos pais resilientes, que procuram educar os seus filhos de forma diferente dos seus pais narcisistas. Você considera que é um desses pais?