quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Pratique uma alimentação saudável e diversificada
Importante: O video contem cenas que podem ferir algumas pessoas mais susceptíveis.
Pratique uma alimentação saudavel e diversificada a sua saude agradece.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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17:59:00
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O ciclo da vida é um processo continuo mas composto por varias fases.
Legenda: “Digo Não e é Meu porque estou a crescer e a aprender a ser eu próprio, em vez de ser considerado um fedelho egoísta. “
Comentário: Desde que nascemos até morrermos, o ciclo da vida caracteriza-se, pelo desenvolvimento do individuo, através de diversos estágios bem definidos – infância, adolescência, adulto e idade sénior. Cada um destes estágios serve um propósito específico, a fim de que cada fase seja executada na sua plenitude.
Ainda não há muitos anos, em meados dos anos 70 e 80, as crianças que não se adaptavam ao contexto escolar ou que os pais não tinham recursos económicos e financeiros eram obrigadas a trabalhar.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 30 de julho de 2014
As pessoas mais felizes gostam de pessoas
Somos mais parecidos uns com os outros do que aquilo que imaginamos. As pessoas mais felizes gostam de pessoas
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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21:01:00
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sábado, 5 de julho de 2014
Uma triangulação polémica entre pais e filhos
Um grupo de alunos da Universidade Católica de Lisboa - Faculdade de Ciências Humanas envolvidos num trabalho para a disciplina de Métodos e Técnicas de Investigação em Ciências Sociais, com a professora doutora Teresa Líbano, convidou-me para participar no seu trabalho sobre o fenómeno das drogas e dos consumidores em Portugal.
De acordo com a minha experiencia profissional, a grande maioria dos pais lida, atrevo-me a acrescentar, reage mal quando descobrem que o filho/filha consome drogas. Quando descobrem, os comportamentos dos pais, oscila entre as ameaças verbais e os castigos desproporcionados e a passividade, a complacência e a impotência. Estes comportamentos disfuncionais revelam uma ausência de um plano ou uma estratégia sobre a temática das drogas ilícitas. Saiba mais (siga o link) Pais, filhos e as drogas
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
A prevenção é um projecto familiar
A prevenção das dependências de todo e qualquer tipo de
drogas lícitas, incluindo o álcool, e as ilícitas é um tema transversal na
sociedade actual. Qualquer pessoa, independentemente, do seu estatuto social,
idade, raça, sexo ou religião está vulnerável em relação ao consumo, ao abuso e
à dependência de substâncias psicoactivas do sistema nervoso central.
Apesar da prevenção das dependências ser um tema actual e
preocupante, em particular entre pais, famílias, escolas, professores e jovens,
e na sociedade em geral, todos nós, profissionais e pais lutamos contra o
estigma, a negação e a vergonha associados às drogas reforçado pelo preconceito
e o estereótipo. Muitas vezes, refiro-me a este exemplo, quando abordo o tema
nas escolas e/ou com os pais, são unânimes em reconhecer a vulnerabilidade das
crianças em relação a este problema e a necessidade de programas, mas quando
são convidados a «dar a cara», aparentam optar, conscientemente pelo silêncio
devido ao tabu, preconceito e estereotipo. Creio que um dos motivos deste afastamento
está relacionado com o estigma, a negação e a vergonha sobre as drogas: “Os
meus filhos nunca na vida irão tornar-se uns drogados ou uns bêbados.” A
maioria de nós, pais e famílias, inconscientemente, justificamos este raciocínio;
“Estes problemas dramáticos só acontecem aos outros. Estas tragédias só
acontecem às famílias desestruturadas, disfuncionais e sem recursos económicos.”
Nos dias de hoje, este tipo de justificação negligente do qual nos socorremos
para enterrar a cabeça na areia e considerarmos que a nossa família não é
desestruturada ou disfuncional, como as outras afectadas pela dependência, pode
revelar-se a médio e a longo prazo, um erro grave, porque na realidade e para
sermos verdadeiramente honestos, sentimo-nos impotentes, porque não possuirmos
um plano ou uma estratégia concreta sobre esta matéria.
Há vinte anos atrás, no final dos anos 80, início dos anos 90,
o jovem que desejasse consumir drogas ilícitas revelava-se uma tarefa difícil
obtê-las, hoje em dia, qualquer criança ou adolescente, através da internet, na
sua casa e junto aos seus pais, pode ter acesso a qualquer tipo de drogas. A
procura supera a oferta de drogas, existem drogas para todo o tipo de
preferências e tendências. No contexto
profissional, conheço inúmeros adultos, afirmam, as primeiras experiências com
drogas, enquanto crianças e adolescentes, foram com medicamentos dos seus
familiares
Alguns dados interessantes
Segundo o relatório das comissões de protecção de menores os
processos instaurados em 2013 (30.344) aumentaram comparativamente a 2012
(29.149). Aumentaram também os processos reabertos, num total de 7402 e são o
dobro das crianças abandonadas. Apesar de até aqui o escalão com maior
representatividade, fosse o dos 0 aos 5 anos, em 2013, o escalão com maior
representatividade foi o dos 15 aos 18 anos. A exposição a comportamentos, por
parte dos adultos, que podem comprometer o desenvolvimento da criança: a
violência domestica (agregado familiar), a negligência familiar, a falta de
cuidados de saúde, falta de apoio psicoafectivo, a indiferença, os maus tratos
físicos.
Após constatarmos estes factos, encontramos motivos,
suficientemente fortes para os pais ponderarem sobre a prevenção das
dependências desde o berço da criança, ao invés de ser na pré adolescência,
nessa altura, pode ser tarde demais. A prevenção das dependências é um projecto
da família.
A prevenção das dependências deve ser um projecto delineado 1.
Pais 2. Escola e 3. Sociedade.
O papel da família é
importante na prevenção das dependências desde o nascimento da criança. Antes
de a criança nascer, a família é um sistema complexo de personalidades e
dinâmicas, individuais e colectiva, refiro-me aos papéis, às regras, às funções
e convicções que regem a estrutura familiar no seu todo. A personalidade da
família revê-se nos padrões e nas espectativas, nos sentimentos, pensamentos,
nas suas crenças e tradições. O nascimento de uma criança vem modificar este
sistema.
Se um membro da
família tem um problema ou doença, esta situação dramática não afecta somente o
individuo (doente), pelo contrário, todas as pessoas são afectadas, incluindo
as crianças. Refiro-me a todo o tipo de adversidade, desde as doenças,
acidentes, crise, desemprego, divórcio, adultos dependentes de drogas e/ou álcool,
e/ou desilusões e fracassos oriundos dos projectos individuais, profissionais e
económicos dos adultos. Nesse sentido, é durante a fase da socialização que
surgem os desafios mais complexos na educação da criança, visto nenhuma família
estar a salvo da adversidade. Como adultos sabemos, pelos motivos mais
evidentes e dolorosos ao longo do devir, que a vida é difícil. Agora, como é
que integramos esta questão existencial no plano de educação do(s) nosso(s)
filho(s)? Como é que o(s) preparamos para enfrentar a adversidade?
Uma das respostas, residem no meu entender, com as nossas
características individuais e sociais, como pais e indivíduos. Ao longo da
vida, geramos aquilo que consideramos merecer e essa atitude também se reflecte
na família; se considerarmos que somos indivíduos resilientes na gestão da
adversidade e dos sentimentos, se considerarmos que somos indivíduos felizes,
se possuirmos um propósito e sentido no rumo da vida, a nossa família, também
irá colher estes frutos que a sustentaram nos momentos difíceis, caso
contrario, se nos considerarmos indivíduos egocentristas e hedonistas, com
baixa auto estima, ressentidos e umas vitimas das pessoas e do mundo, estaremos
a minar nossa família. É imprescindível que sejamos honestos connosco próprios,
a fim de consigamos monitorizar os efeitos e o impacto do nosso comportamento
na família, incluindo das crianças. Se o fizermos estaremos a garantir zelo
pela estrutura (sistema) familiar. Sabia que uma parte muito significativa do
nosso comportamento, para com a família nuclear (esposa/o e filhos), é herdado
dos nossos pais, avós ou outras pessoas significativas? Refiro-me às tradições,
aos valores e convicções e à vinculação. Podemos transportar uma herança familiar dolorosa
de abuso ou negligência que poderá afectar a vinculação com os nossos filhos e
podemos encontrar dificuldades em desempenhar a tarefa de educar e ao mesmo
tempo, ser felizes. A nossa educação parental assenta em modelos que conhecemos
e nos são familiares. Quais são as regras que nos ensinam para educar os nossos
filhos? Ainda recorremos a um método que se resume a experimentar, através da
tentativa e erro, isso significa que não dispomos de informação, assim como,
aquela informação que possuímos pode estar errada.
Por outro lado, sabemos que para se ser uma família feliz,
não é preciso ter tido uma educação fora de serie e/ou um possuir estatuto social elevado,
basta assumir um compromisso honesto, devotado ao amor e dar o melhor possível.
Um pai e uma mãe comprometida com a educação e a família na
prevenção das dependências:
- Dá o exemplo, exerce disciplina (não é ser amigo/a do filho,
ele já tem amigos suficientes, os filhos precisam de um mentor e de um/a coach),
- Negocia e comunica o mais abertamente possível sem tabus,
- Desenvolve a resiliência, ajuda os filhos a fazer a
auto-regulação dos seus sentimentos dolorosos em vez de satisfazer as suas
vontades e os ímpetos da criança porque se sente culpada/o e não consegue dizer
Não,
- Ensina a controlar o comportamentos e reforça valores e
tradições saudáveis,
- Reforça a auto conceito e a auto estima, não me refiro ao
culto do ego ou da imagem.
- Promove uma vinculação com base no encorajamento, no amparo,
na pertença e na aceitação (amor).
Já referi esta afirmação várias vezes, na prevenção das
dependências é urgente uma revolução no sistema e no paradigma actual, nos
políticos, nos líderes, nas instituições, famílias e profissionais que zelem e
se comprometam pelo futuro dos nossos filhos, porque o mundo dos adultos não é
seguro para algumas crianças vulneráveis. Se conseguirmos educar os nossos
filhos, se conseguirmos que eles possuam as competências e o talento necessário
a fim de usufruírem uma vida plena, teremos conseguido com sucesso a nossa
missão, aquela que considero ser a mais altruísta e abnegada de todas, ser pai
ou mãe.
Se não formos nós, pais e família, a abordar o tema da
prevenção das dependências e do consumo de drogas lícitas, e/ou ilícitas,
outras pessoas, que não amam os nossos filhos como nós próprios, vão faze-lo.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quinta-feira, 15 de maio de 2014
Abraçando a imperfeição
«Quando eu era criança, a minha mãe gostava de fazer, de vez
em quando, um lanche à hora de jantar. Lembro-me especialmente de um desses
lanches, feito por ela após um dia de trabalho muito cansativo.
A minha mãe colocou um prato com ovos, linguiça e torradas
na mesa, diante do meu pai. As torradas estavam bastante queimadas e eu
recordo-me de ficar à espera de que alguém reparasse nesse pormenor. O meu pai
pegou numa torrada, sorriu para a minha mãe e perguntou-me como tinha corrido o
dia na escola.
Não me lembro da
resposta que dei, mas lembro-me do gosto com que ele comeu aquela torrada,
depois de a barrar com manteiga e compota. Quando saí da mesa, a minha mãe
pediu desculpa ao meu pai pelas torradas queimadas. Ouvi-o responder:
— Não te preocupes, querida. Eu adoro torradas queimadas.
Quando, mais tarde, fui dar um beijo de boas-noites ao meu
pai, perguntei-lhe se tinha gostado realmente da torrada queimada. Respondeu de
um forma que nunca esquecerei:
— Filho, a tua mãe teve hoje um dia de trabalho muito
cansativo e estava exausta. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a
ninguém. A vida está cheia de imperfeições e não há pessoas perfeitas. Eu
também não sou um cozinheiro perfeito e nem sequer um funcionário perfeito…
Ao longo dos anos,
tenho constatado e aprendido que, uma das chaves mais importantes para
estabelecer relações saudáveis e duradouras, é saber aceitar as imperfeições
dos outros.»
Autor Desconhecido
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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terça-feira, 13 de maio de 2014
38ª Dica Arte Bem-Viver de 11/12/2011
Olá
Em algumas Dicas Arte Bem-Viver procuro dar especial
ênfase à importância dos relacionamentos significativos e dos princípios que
sustentam esses elos frágeis, mas resilientes, por ex. a honestidade, a
empatia, a responsabilidade, assertividade, o compromisso, a confiança,
intimidade. Ao longo da vida criamos um Sistema de relacionamentos, uns mais
significativos que outros, visto a nossa sanidade mental depender deles.
Um sistema consiste num conjunto de factores interligados de
modo a formar um todo organizado. Qualquer tipo de sistema serve um determinado
objectivo. No sistema de relacionamentos existe um conjunto, complexo e
delicado de factores que geram um fluxo de energia e um equilíbrio, idêntico a
uma dança. Por exemplo, porque é que mantemos um relacionamento íntimo e
honesto, com uma pessoa, durante vários anos enquanto com outra pessoa
diferente, resume-se a poucas semanas? Todavia, podemos escolher os amigos, mas
não escolhemos a família.
1. No sistema de relacionamentos é normal existir crises ou
separações. Os sentimentos de dor inerente à crise ou à separação serão mais
valorizados se encontrar um sentido/propósito, visto identificar as
competências e os recursos necessários através da adversidade.
2. No sistema de relacionamentos é mais importante saber
quando é que uma crise pode ocorrer, do que preocupar-se, se a crise vai surgir
ou não, antecipando cenários catastróficos.
3. No sistema de relacionamentos é essencial a comunicação
honesta, quer seja durante as crises ou não. Fomente a flexibilidade das
ideias, a melhor maneira para o conseguir é parar de falar e começar a ouvir.
4. No seu sistema de relacionamentos seja comunicativo. É
normal haver diferenças de ideias e de opiniões, diferentes experiencias.
Invista nos interesses em comum, dos relacionamentos, em vez das posições
individuais. Não perca demasiado tempo a discutir problemas, centre-se nas
soluções.
5. No seu sistema de relacionamentos seja comunicativo não
tolere a violência física, emocional, agressões verbais, humilhações ou
qualquer outro tipo de maus tratos.
Lubrifique o seu sistema de relacionamentos significativos e
faça a manutenção.
Votos de uma semana comunicativa e re-invente-se nos
relacionamentos.
Cumprimentos
Comentário: Sabia
que a Dica Arte de Bem-Viver começou com uma "brincadeira" para os
amigos, em Abril de 2011? Atualmente é enviada para mais de 500 pessoas e
vários países de expressão portuguesa (Portugal, Angola, Moçambique e Brasil) e
para os Estados Unidos da América. À data deste post vai na sua 164ª publicação.
Caso deseje receber a Dica Arte Bem-Viver (semanal) gratuitamente,
basta enviar um email para joaoalexx@sapo.pt. No assunto da mensagem escreva:
Dica Arte Bem-Viver.
As pessoas mais felizes gostam de pessoas. Mais Vale Prevenir Do Que
Remediar
Todos os dados são confidenciais.
Todos os dados são confidenciais.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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10:50:00
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