sábado, 22 de novembro de 2008

Objectivo - Prevenção das Dependencias


Sempre com a Prevenção das Dependências como objectivo – actualização e informação:
Alguns sites interessantes à distância de um clique,apesar da CRISE:

Ciência Viva

Apoio À Vitima

Apoio À Vitima Para Os Jovens

Direcção geral dos Estabelecimentos Escolares

Sicad


Comentário: Apesar de não se falar de outra coisa nos dias que correm - CRISE financeira e económica (aliada à "velha" crise de talentosos gestores e politicos honestos) que o mundo atravessa, incluindo Portugal, é bom relembrar que a Prevenção das Dependências é sempre um assunto a ter em conta no dia-a-dia.

Senão vejamos; desemprego, precariedade, crise, endividamento, depressão, ansiedade, são apenas alguns sinónimos de instabilidade e vulnerabilidade no indivíduo, na família e na sociedade (CRISE SOCIAL). Contudo a "velha" CRISE SOCIAL não é um assunto merecedor de tanta tinta, papel,de gente anónima e peritos a debaterem o assunto,da preocupação de empresarios, de apoios financeiros pelo Estado, de justiça, de tanto tempo de antena nas TV`s,nos jornais, etc.

Para aqueles que se encontram numa "crise social" estão mais preocupados em como "sobreviver" no dia-a-dia do que preocupados com o desenvolvimento do país.O dinheiro (inofensivo) não é o principal problema desta CRISE, mas os valores a ele atribuidos pela sociedade (é a cultura do poder, do sucesso,da saude, da felicidade,da segurança, da competição,da mentira, do egoismo, do fanatismo, etc). Isto sim é a verdadeira CRISE.

Actualmente, negligenciar, desvalorizar ou negar a Prevenção das Dependências é adoptar um comportamento susceptível de potenciar a tão afamada CRISE SOCIAL (individual, familiar e sociedade) terreno fértil para o surgimento de atitudes e comportamentos disfuncionais e/ou destrutivos dos subsistemas familiares (relação entre os adultos -pais, relação entre adultos e as crianças e a relação entre os irmãos).

Todavia a crise também poderá ser sinónimo de MUDANÇA de ESTILO DE VIDA (união, intimidade, solidariedade, comunicação, entreajuda) em todos os sectores da nossa sociedade, sendo assim a oportunidade que tanto desejamos.
Se estamos em CRISE; venha ela e que DEUS nos ajude.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Pedofilia - Predadores humanos



No outro dia recebi um email sobre a pedofilia, é obvio que me despertou a atenção visto tratar-se de um assunto sempre actual, por um lado, e digno de interesse (informação), por outro, infelizmente.

Ao longo da minha experiencia profissional já acompanhei inúmeros indivíduos (homens e mulheres) adultos que afirmaram ser vítimas de abuso físico, emocional e sexual, enquanto crianças. A prevenção activa e resiliente de eventuais situações de potencial abuso por parte de adultos - “predadores” homens e mulheres, parece ser um objectivo (desafio)ambicioso e presente no dia-a-dia por todos os adultos, incluindo as próprias crianças.

Na maioria dos casos o pedofilo "predador"(homem ou mulher)surge de onde menos se espera.

Considero urgente ensinar as nossas crianças a defenderem-se deste tipo de indivíduos. Não basta dizer NÂO a isto e NÂO aquilo. Ao enfrentarmos este assunto não serve de nada entrar em alarmismos. È preciso estar informado, atento e acima de tudo saber comunicar.

Não conheço a veracidade desta informação, creio que seja credível e digna de confiança. Ver link no final do texto.
Eis o conteúdo do email.

“ATENÇÃO AOS SIMBOLOS DE PEDOFILIA
Em Janeiro de 2008 o Federal Bureau of Investigation (FBI) elaborou um relatório sobre pedofilia. São referenciados uma serie de símbolos usados pelos pedófilos para se identificarem entre si mesmos. Os símbolos são, sempre, compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores. Os homens “predadores” são triângulos, as mulheres “predadoras” corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias, entre outros objectos.

Os triângulos representam homens que abusam de crianças do sexo masculino, o detalhe cruel é o triângulo mais fino, representam homens que abusam de crianças de tenra idade; o coração são homens (ou mulheres) que abusam de crianças do sexo feminino e a borboleta são aqueles que abusam de ambos. De acordo com o relatório estas são informações recolhidas pelo FBI durante suas investigações. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijutaria, moedas, troféus, etc.

Clique no link para ter acesso a uma copia do relatório onde os símbolos são mostrados. Conhecer esses símbolos poderá ajudar a identificar esses indivíduos.”

https://secure.wikileaks.org/leak/FBI-pedophile-symbols.pdf

sábado, 8 de novembro de 2008

Pedido de Ajuda Corajoso - Bullying

Recebi este pedido de ajuda corajoso que publico salvaguardando os dados pessoais dos intervenientes(confidencialidade).

“Boa tarde! O meu nome é Fernanda (nome fictício) tenho um filho com 7 anos que se chama Marco (nome fictício). Anda na 2ª classe e desde do ano passado que tenho tido bastantes problemas com ele na escola por causa de um colega que lhe bate muito e esta constantemente a chamar-lhe nomes tipo " és um idiota", Parvalhão entre outros mais graves.

O Marco o ano passado foi internado no hospital, porque estava paralisado da barriga para baixo não fazia coco nem xixi, pensavam os cirurgiões que seria uma apendicite, da qual ao fim de dia e meio a pediatra de serviço diria que era tudo nervos, que lhe estavam a bloquear na barriga, pensei eu SERÁ QUE O MARCO ESTÁ COM UMA CRISE DE NERVOS?! MAS PORQUE?!

Durante todo o ano passado sempre fui alertando a professora para a situação, finalmente chega ao fim de ano e daí vem as ferias, boas para o Marco parecia outro rapaz.

Este ano ele volta à escola que começou a pouco mais de 2 meses nem tanto, e já tive diversos problemas com ele, nunca me contou o que se passava apenas me dizia que tinha muitas dores de barriga, ate que um por um dia destes me apareceu em casa com a marca de um pé na cara e com a orelha toda vermelha, parecia que a tinha entalado numa porta sei lá.

Desde essa altura resolveu apresentar queixa no agrupamento escolar, do qual me responderam que o meu filho também agredia os colegas, pensei; será possível? Procurei saber.

Há coisa de 15 dias sempre que o vou buscar à escola os colegas do 4º ano me dizem que em todos os intervalos 4 ou 5 colegas da sala dele chegam-lhe perto e começam dar-lhe pontapés sem motivo algum, as meninas da sala dele dizem que lhe roubam os ténis e fogem dele, que lhe atam cordas na barriga, que lhe dão pontapés nas costas e que durante a aula de ginástica lhe chamam muitos nomes.

O meu filho desde que sabe que eu apresentei queixa no agrupamento deixou de me contar o que lhe fazem, mas não consegue copiar uma palavra que esta escrita mesmo à sua frente, não dorme de noite, e quando sai de casa para brincar no pátio da mesma cai sempre no chão O que poderei fazer para ajuda-lo?

Como poderei evitar estas situações? Já pedi transferência dele para outra escola mas dizem que não tem vagas.

Que poderei fazer?
Muito obrigada pela sua atenção
Atentamente"

Resposta: Boa noite Fernanda Imagino que seja uma situação complicada e ao mesmo tempo sensível de gerir.

È provável que o Marco esteja a sofrer as consequências do fenómeno "bullying" que está afecta imensas crianças mas que ainda é ignorado e negligenciado pelas autoridades escolares competentes.

Se calhar o Marco não será o único na escola a sofrer deste problema. Sugeria que contactasse a associação de pais da escola, caso não exista, pense seriamente em criar uma em conjunto com outros pais. Isto se não conseguir a tão desejada transferência.

Não gostaria de dramatizar, mas ser realista. Pelo seu relato (sinais e sintomas físicos e psicológicos) do Marco parece que a situação pode ser mais grave. Como sabe este sofrimento (pressão) pode influenciar o seu desenvolvimento do seu filho. Os miúdos (bullies/rufias) são em muitos casos "cruéis", manipuladores e também podem ser vítimas de algum tipo de “abuso” ex: humilhação, desrespeito, falta de limites e regras, ausência de monitorização dos seus comportamentos pelos pais e ou na escola.

Devem existir formas de você se "socorrer" nesta situação, exemplo: Ministério da Educação, Associações de Pais, psicólogos da própria escola, livros sobre o assunto, procure apoio em instituições que trabalhem neste tipo específico de problemas, etc.
Fernanda, sugeria que continuasse a sua debanda por soluções assim como perceber mais sobre o problema. Como já referi, provavelmente existem muitas crianças vítimas do bullying que permanecem em silêncio. No caso do Marco, você parece uma mãe atenta e zeladora. Expresse a sua compreensão, amor, apoio e segurança que só uma MÃE pode dar ao seu filho. Um dia esse amor pode "salvar-lhe" a vida.

Lembrei-me agora que se ele praticasse judo, visto ser um tipo de exercício físico, que promove a auto-defesa, a auto-estima, a disciplina, competências sociais o ajudasse no presente e no futuro a lidar com conflitos de uma forma saudável e construtiva.

Continue a procura de soluções.
Um Grande Bem Haja

Comentário: O fenómeno do bullying afecta muitas crianças principalmente nas escolas. Ainda parece ser negligenciado, conforme é perfeitamente ilustrado neste caso pela própria escola. Aparenta não existir medidas de prevenção (programas) que abordem e avaliem as dimensões deste problema. Não se vê, não se fala e não se sente – regra do silêncio. Este problema não é recente. Quando éramos crianças provavelmente alguns de nós fomos confrontados por colegas da escola que se divertiam a humilhar e agredir.

Recordo um caso de um jovem com 12 anos que frequentava a escola, que hoje em dia é adulto e pai de 2 filhotas.

Certo dia foi abordado por um colega mais velho da mesma escola (bullie/rufia) na casa de banho e este obrigou-o a fazer sexo, contra a sua vontade. Após o acto foi avisado para se manter em silêncio caso contrário, toda a escola teria conhecimento do sucedido sendo assim alvo de chacota e humilhação. A partir desse dia, aquela criança guardou para si próprio as memórias deste incidente. Como odiava ir para aquela escola, todos os dias dizia aos pais que não queria voltar. O pai não sendo informado do incidente não descortinando motivos razoáveis para tal atitude, levava o filho para a escola onde ele permaneceu por mais uns anos. De salientar que esta criança era confrontada diariamente com o seu agressor vivendo situações de pânico, angustia e desespero. Muitos anos mais tarde esta criança, hoje adulto, decidiu falar pela primeira vez deste incidente marcante e traumatizante. Memorias que ainda permanecem “vivas” na sua vida.

Este tipo de comportamento disfuncional que tem a designação de bullying deve ser identificado, avaliado e abordado desenvolvendo-se programas específicos que promovam mudança e medidas eficazes envolvendo as crianças, os pais e a escola.

Um grande aplauso a esta mãe corajosa e resiliente que apesar de estar a atravessar momentos difíceis é uma grande mãe, com todas as letras. Desejo que seja um exemplo de inspiração para muitas mães e pais. Os nossos filhos merecem.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Prevenir das Dependencias é:


Podemos encarar a prevenção das dependências como uma atitude a desenvolver no dia-a-dia. É um projecto a ter em conta ao longo da vida das crianças (e dos adultos) desde que nascem até á idade adulta.

Nós como adultos, também somos confrontados com desafios e crises, por ex. segundo os analistas peritos na matéria estamos a atravessar uma crise financeira e económica. Não se fala noutra coisa. Desde os noticiários televisivos ate aos jornais.

Nestas situações difíceis que os adultos atravessam como é que as crianças e os jovens encaram estes assuntos e quais seus efeitos negativos ?

Quero dizer com isto que a prevenção das dependências é um forma de vida. È importante adoptar esta atitude quer seja nos momentos de felicidade e segurança quer seja nos momentos de crise e de adversidade que todos (indivíduo, família e sociedade) atravessem.

Hoje Prevenir as Dependências é:


Agir, Aprender, Apoiar,

Cooperar, Compromisso, Confiar, Cometer erros e aprender com eles,

Definir limites saudáveis,

Entre-ajuda, Educar, Estar vigilante, Estar actualizado/a, Encorajar, Estar disponível,

Informar,

Lutar por uma causa,

Pedir ajuda, Partilhar,

Ser irreverente e inconformado, Ser determinado/a, Ser diferente,

Ser resiliente, Ser honesto/a com problemas, pensamentos e sentimentos, Ser flexível, Ser realista, Ser humilde, Ser um referencia (modelo), Ser tolerante e paciente, Ser solidário, Ser genuino e espontaneo, ser carismatico,

Trabalho e espirito de equipa, Ter valores morais e espirituais, Ter fé e esperança,


Ter planos e objectivos,

Viver um dia de cada vez...è Amar e Ser Amado.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Prevenção à Mesa em Familia


Sabia que:

Aquelas crianças que por norma fazem as refeições em família, em especial o jantar, apresentam menos riscos de consumir tabaco, bebidas alcoólicas e cannabis (haxixe )

Qual o problema de não estar presente nas refeições, especialmente o jantar, em família?
Segundo um inquérito de 2007 da CASA (Center on Addiction and Substance Abuse) que envolveu adolescentes e os seus familiares revelou que os jovens que estão menos de três vezes, por semana, presentes ao jantar em família comparando aqueles que estão cinco ou sete vezes por semana ao jantar em família apresentam um risco maior de consumir cannabis; de experimentar tabaco e bebidas alcoólicas.

Os pais devem permanecer mais vigilantes quando os seus filhos iniciam o terceiro ciclo.

Este estudo efectuado pela CASA revelou que os adolescentes correm um serio risco de abusarem de substancias lícitas e ilícitas quando iniciam o ensino no terceiro ciclo.

Revela-se extremamente importante para si, como pai e/ou mãe ou pessoa significativa acompanhar e estar envolvido/a durante este período. Nesse sentido, as refeições ao jantar são uma óptima oportunidade para tal.

Porque é que é tão importante o jantar em família?

Os estudos revelam de uma forma consistente que as crianças que frequentam as refeições, especialmente o jantar:

Estão menos vulneráveis ao risco de consumo de substancias do que aquelas crianças que não estão presentes ao jantar em família.

Ficam menos expostos ao risco de se relacionarem com amigos que usam drogas ilícitas e/ou drogas legais.
A probabilidade de tirarem boas notas na escola e maior assim como, não consumirem tabaco, bebidas alcoólicas e drogas


Fonte: Center on Addiction and Substance Abuse (CASA) Universidade de Columbia, EUA


Comentário: A duração da refeição ao jantar pode ser um espaço de interacção e partilha de ideias e valores entre todos. Pode observar e estar atento a eventuais mudanças de atitudes e comportamentos. Também pode proporcionar convites aos amigos e amigas dos seus filhos/as para jantar lá em casa.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Fim de Semana Radical

A Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica,em Lisboa através do Espaço Jovem, vai realizar um Fim de Semana Radical nos dias 11 e 12 de Outubro, destinado aos jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 17 anos.

Quem estiver interessado, pode dirigir-se à secretaria da Junta (Rua Raul Carapinha - perto da igreja das Furnas em São Domingos de Benfica), até ao dia 30/09/08 e inscrever-se.

O preço da inscrição é de 50,00 € e inclui:

Actividades (Fantasticable - maior slide do mundo; Paintball; circuito de obstáculos e bungee trampolins), transporte, alimentação, alojamento e seguros.

Qualquer dúvida contactar o numero 217248610 (extensão 700) ou através do e-mail jfsdbespacojovem@hotmail.com

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Estrategias mediocres de prevenção



Na realidade, as estratégias de prevenção que visem somente fomentar o medo e assustar os jovens não funcionam.

Alguns pioneiros em prevenção têm aprendido ao longo do tempo a identificar quais as estratégias e programas que não funcionam e assumem a responsabilidade de não voltar a repeti-las. Estratégias mediocres incluem abordagens que evolvam o medo, apelos moralistas e abordagens centradas na informação sobre os perigos do consumo de drogas, programas que visem o desenvolvimento da auto-estima e equilíbrio emocional, fóruns, eventos e testemunhos.

Os jovens desvalorizam toda e qualquer informação, bem como o seu apresentador, que procure amplificar os perigos dos consumos de drogas, a informação falsa e/ou informação exagerada (J. Beck, 1998). Golub e Jonhson (2001) reforçam que mensagens exageradas falham o seu objectivo sobre a informação realista, tem o efeito contrario quando os jovens têm acesso a informação e à experiência contraria aquela que lhes é apresentada.

O director do Centro de Estudos para a Prevenção da Violência da Universidade de Colorado, EUA, Del Elliot afirma que “ Muitas das estratégias quando focadas na punição imediata das ocorrências, após os actos/acontecimentos, interferem negativamente nos resultados pretendidos omitindo assim as verdadeiras causas do problema. O violência intensifica-se porque os verdadeiros problemas não são abordados.”

Nacy Tobler (1992) e Linda Dusenbury (1995) resumem alguns factores essenciais numa estratégia de prevenção: foco em alternativas saudáveis, envolvimento dos pares, abordagens interactivas que incluam a pratica de competências e educação de regras de comportamento que promovam e esclareçam a diferença entre a verdade, ex. dados estatísticos, e os mitos.
Um ambiente escolar saudável e equilibrado é atingido através de uma combinação de políticas e procedimentos claros e realistas, de formação continua e apoio direccionado ao pessoal docente e não docente, alunos, familiares e colaboradores dentro da comunidade escolar.
Alguns peritos envolvidos em prevenção partilham da ideia que as energias aplicadas na educação são mais bem aproveitadas através da utilização de “ferramentas” científicas direccionadas na prevenção do que tentar interromper comportamentos perigosos, sem resultados práticos, através da manipulação e/ou punição e condenação.

Ao longo da minha experiência profissional em trabalhar com jovens que apresentam comportamentos violentos obtêm-se melhores resultados se trabalharmos em conjunto, facilitando parcerias, criando sinergias e a comunicação sendo genuínos, tolerantes, honestos e firmes.

Muitas vezes a resistência observada nos jovens começa em nós profissionais, quando colocamos “rótulos”, por vezes inconscientes e só identificados em supervisão, de “jovens difíceis”... “jovens agressivos”... “jovens defensivos”.

Referências: The Colorado Department of Education: Improving Academic Achievement - Safe and Drug-Free Schools and Communities