lucros exorbitantes da indústria do álcool. veja o video
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segunda-feira, 18 de setembro de 2023
Big Alcohol: Explained
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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segunda-feira, 15 de agosto de 2022
Egocentrismo
Quando permitimos que o ego não interfira nas decisões somos capazes de feitos extraordinários de uma nobreza fantástico.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quinta-feira, 11 de junho de 2020
Apesar dos planos, serem da nossa responsabilidade, o resultado final está fora do nosso controlo
Podemos possuir boas intenções e fazer planos, mas não conseguimos controlar os resultados. A vida é difícil, precisamos de preparar-nos para o imprevisto, improvisando através de resiliência.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Castigo e recompensa? Ou alternativas disciplinadas
«Para disciplinar uma criança que tenha ultrapassado os
limites, não se deve castigar, deve-se ensinar a forma correta, como ele
podia ter agido nessa situação. Portanto, disciplina tem a ver com aquilo
que os pais fazem, para ensinar as crianças.» National Center for Fathering.
O Dr. Henry R. Brandth é autor de vários livros.
Nota: Como pais, sabemos a capacidade das crianças para a aprendizagem; são uns agressivos e curiosos aprendizes. Isso significa, que para os disciplinar, precisamos de ser bons «professores», ser pacientes, disciplinados, honestos e compreensivos. Pessoalmente, não sou adepto do castigo e/ou da «palmada». Sou mais adepto das consequências em proporção do comportamento problemático: com a noção de que a consciência da criança, sobre o que está certo e errado, é completamente diferente da consciência do adulto; é um processo de aprendizagem. Como pais, em vez de os castigar (castigo e recompensa) podemos oferecer-lhes varias alternativas, aos comportamentos problemáticos, mais construtivas, eficazes e duradouras; este processo começa na abordagem dos adultos.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Bullying - "Até hoje"
Até hoje!
"Eles estavam enganados..."
As consequências do bullying podem permanecer para o resto da vida: "Mais Vale Prevenir Do Que Remediar"
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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sábado, 13 de dezembro de 2008
Pedido de Ajuda Corajoso - Agressividade

Pedido de Ajuda
Sou mãe de um jovem de dezoito anos, que durante a sua infância e pré adolescência nunca manifestou comportamentos agressivos ou algo do género, sempre foi um filho sensível, meigo e atencioso, com um bom senso que por vezes desejaríamos que alguns adultos tivessem.
O meu filho completou 18 anos em Julho 2008 mas...em Janeiro de 2008 começou a ter atitudes agressivas, prepotentes e de uma falta de educação inaceitável.
Falava com alguns familiares e amigos sobre o seu comportamento e iam-me dizendo, tens que ter calma, é uma fase, isso passa.
Eu sou muito carinhosa com os meus filhos mas ao mesmo tempo exigente e "pego no pé "como os meus filhos dizem, mas só quero o melhor para eles.
E quando digo, isto é, mesmo quando eles tem um comportamento incorrecto chamo atenção e sou chata se for necessário.
Mas tudo isto tem sido bastante complicado de gerir ,O meu filho sai quase todas as noites e quando eu lhe digo que não sais, por isto por aquilo etc... ele ameaça que sai, e sai mesmo, mesmo magoando.
Entrou este ano na faculdade, numa área que não era do seu agrado, depois de muito argumentar para que não desistisse mas aproveita-se as mais valias da frequência desse curso e que logo que a oportunidade surgisse mudava de curso, em vão faltou ate desistir definitivamente.
Desconfiei que andava a jogar no Casino, mas não tenho a certeza e como não consigo demove-lo de se envolver em situações que o possam vir a prejudicar fui desistindo porque vivo apavorada e tudo me passa pela cabeça até que esteja a drogar-se mesmo.
A linguagem dele alterou completamente até o grupo de amigos mais próximo dele tem reparado, começou a sair com outro tipo de amizades ,as quais nem me deixa chegar perto, não conheço nenhum dos amigos dele neste momento, poucos são os amigos que tinha que ainda se relacionam com ele.
Começou a trabalhar com o tio (irmão do meu marido, falta as responsabilidades todos os dias chega atrasado, sai do local de trabalho, mente, inventa desculpas maior parte descabidas.
Não consegue iniciar um projecto, e termina-lo normalmente, seja a coisa mais básica que possamos imaginar... por ex. diz que vai tomar banho depois arrumar o quarto ou fazer uma coisa qualquer, o telemóvel não pára, basta uma mensagem e ele muda o rumo da vida dele.
Grita comigo a toda a hora, mesmo quando lhe digo que não lhe admito mais faltas de educação , que o repreendo.
A resposta passou a ser Oh Pá! Oh Pá! E coisas do género. Antes de ontem (sábado) chegou as 6.30 da manhã a casa quando chegou ao local de trabalho , mandou uma mensagem ao tio a dizer que vinha a casa tomar banho e tomar o pequeno almoço, nunca mais lá apareceu. Quando chegou a casa perguntei-lhe, Então? Vieste embora hoje que a loja tem tanto movimento e o tio precisa de ti? Ele respondeu “Já falei com o tio e fiquei de ir de tarde.” Mais tarde vim a saber pelo meu cunhado que apenas lhe tinha enviado uma mensagem e lhe tinha dito ele que ia de tarde. Eu disse pois... deste um toque para o telefone. A mãe ligou e disseram-me que tinhas saído não está correcto. Miguel, (nome fictício) hoje é que o tio precisa de ti e é assim consegues ganhar o teu ordenado?
O meu filho responde..."não sabe, não fala" fiquei atónica, revoltada envergonhada não foi isto que ensinei aos meus filhos tenho a certeza. Refilei com ele disse-lhe que não lhe admitia tanta falta de educação e que estava saturada de tanta má criação do meu próprio filho. Mas de nada valeu ,foi-se deitar e disse agora deixa-me dormir eu nem posso acreditar este é o meu filho. Aquele a quem ensinei que a atitude era a melhor forma de enfrentar a vida que a educação era o nosso bilhete de identidade enfim uma infinidade de valores que considero vitais na minha vida.
Preciso de ajuda , estou a enlouquecer com tudo isto e para alem deste meu filho tenho uma menina com dez anos a quem ele maltrata constantemente, chegando até a bater-lhe, sem qualquer tipo de racionalização. Sinto-me tão sozinha o meu marido está sempre fora, ele não respeita ninguém nem ao próprio pai que anda dia e noite a tentar recuperar a nossa vida que nestes últimos dois anos deu uma reviravolta em termos económicos indescritíveis.
A minha menina e eu choramos todos os dias juntas, muitas vezes com medo do que possa ele fazer a seguir.
Estamos todos os dias sozinhas em casa e eu penso quando ela chegar á adolescência qual o efeito que esta situação terá nela?
Amo demais os meus filhos e não consigo viver nesta angustia, neste medo constante do que vem a seguir.
Amélia (nome fictício)
Resposta ao pedido de ajuda
Boa noite,
Lamento que esteja a atravessar um período difícil e compreendo perfeitamente a sua mágoa e a ansiedade.
Como sabe hoje em dia qualquer família está exposta e vulnerável a todo tipo de crises, por ex. doenças, desemprego, instabilidade financeira, luto, divórcio ou separações, acidentes, etc. Apesar de contemplarmos esta possibilidade, visto acontecer a inumeras pessoas à nossa volta, lá no fundo desejamos que nunca sejamos expostos a estas situações dolorosas.
Por vezes, tenho observado que quando surgem crises e privações nas famílias estes períodos de dor e confusão, adquirem um efeito catalisador que fomenta a coesão do grupo e a entreajuda. São nos momentos difíceis e de adversidade que nós nos revelamos. Isto é, aquilo que dizemos saber fazer é “posto à prova”. Falo-lhe por experiencia própria.
Apesar de estar limitado quanto à informação e ao conhecimento do problema (historial) posso sugerir algumas orientações.
È necessário manter a união familiar a todo o custo. Zelar pelas tradições, rituais e valores que proporcionam segurança, pertença e identificação. Por outro lado, rever a organização e procedimentos (ex. limites) nos “papéis” de cada um. Qual a função dos adultos – pai / mãe? Qual a função das crianças individualmente e entre eles? Será que estão todos desempenhar as suas funções? Caso a reposta seja não esta é a oportunidade ideal para que todos se reúnam e “afinem as agulhas”. Os adultos devem adoptar um plano concreto e específico.
Nada está perdido, e se calhar não existem culpados. Pode recomeçar HOJE a fazer a mudança na “casa.” O passado é história.
Sugeria que identificasse os aspectos vulneráveis na família (ex. crianças, finanças) e os recursos existentes a vossa disposição (ex. instituições e ou profissionais). Alterar a sua atitude em relação à sua filha mais nova. Ela precisa de segurança e de ter referencias resilientes dos pais. Se a Sra. estiver angustiada e quiser chorar é legitimo que o faça, mas não na presença da sua filha. Fale com o seu marido e partilhe com ele as suas emoções dolorosas. Ele também se vai identificar consigo.
Atenuar, o mais possível, a agressividade verbal e eliminarem a agressividade física. Definir um plano e tarefas que caso não sejam seguidas o V. filho sofre as consequências. È importante que as consequências sejam proporcionais ao comportamento problema. Por ex. se não arrumar o quarto irá viver na sua própria desorganização – monitorizado com frequência ou se for violento com a irmã ou com a mãe ser exigido um pedido de desculpas honesto. Fica de castigo no quarto sem internet ou sem telemóvel, reduzirem a semanada durante um período de tempo; sempre sujeito a monitorização dos pais.
Se houver mudanças por parte do V. filho fazer o reforço positivo dos seus comportamentos e nessas alturas cruciais revelar-lhe que estão disponíveis para o ouvir, apoiar e orientar na sua vida. Fomentar o diálogo construtivo e honesto sempre que possível e que existam condições.
Se necessário pode leva-lo ao médico e efectuar exames ou análises específicas de forma a detectar-se algo anormal.
Se desejar a minha orientação profissional pode também recorrer a consultas presenciais ou consultas online. Caso deseje mais informação pode contactar-me por correio electrónico ou telefone.
Se possível irei publicar no meu blogue o seu pedido de ajuda salvaguardando TODOS os seus dados pessoais (confidencialidade). Através do seu pedido de ajuda outras famílias que sofrem em silêncio com problemas semelhantes podem seguir o seu exemplo corajoso.
Desejo-lhe coragem, sabedoria e resiliência.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Empatia em Acção na Comunicação

Algumas definições de empatia na net
“[do grego empátheia] – Tendência de se colocar no lugar do outro, procurando sentir como se estivesse na mesma situação e circunstância experimentada pela outra pessoa.”
“Faculdade de experimentar os sentimentos e a conduta de outra pessoa. A empatia, ou endopatia, diz respeito a uma vivência pela qual quem a experimenta se introduz numa situação alheia, real ou imaginária, objectiva ou subjectiva, de tal modo que aparece como se estivesse dentro dela. “
Na minha opinião, uma das características mais proeminente na comunicação entre seres humanos (relacionamentos) é sem duvida a empatia.
Quem não gosta de ser ouvido activa e atentamente e/ou não ser interrompido quando se partilha um assunto sério? Quando se conversa com um amigo/a, quem não gosta de ser olhado nos olhos, como “prova” de ser escutado? Quem não procura ser compreendido e aceite tal como é? Quem não procura ser orientado e surpreendido pela positiva pelo seu amigo/a? Por ex. na relação entre o filho/a e os seus pais, entre mulher e marido, entre amigos/as, namorada e namorado, entre colegas de trabalho, nos rituais religiosos na nossa comunidade, patrão e empregado, etc.
Todos nós, procuramos alguém que esteja disponível, para nos apoiar e ou compartilhar, nas horas de maior sofrimento e/ou bem-estar e alegria. Somos seres gregários, por isso, precisamos de pessoas à nossa volta para satisfazer as nossas necessidades básicas, e claro vice-versa. Às vezes, criamos expectativas irreais e frustradas sobre o tipo de pessoas significativas que desejamos para a nossa vida, queremos algo que seja ideal e que imaginamos existir no nossos “imaginários”, contudo, mais tarde, constatamos que afinal havia algo “errado” nessa pessoa. Na realidade, ninguém é perfeito. Nós também não somos.
Podemos ambicionar que os nossos filhos sejam uma “imagem equilibrada e perfeita” de nós mesmos ou projectar neles futuros médicos/as, futebolistas, engenheiros/as, advogados/as, etc., como a única e exclusiva via para o sucesso emocional, financeiro e espiritual, não religioso, sem muitas vezes, respeitar as suas potencialidades e individualidades. Este tipo de situação também se aplica noutras realidades dos relacionamentos afectivos. Desrespeitamos e desvalorizamos as diferenças de personalidade e os valores morais.
Vemos isto a acontecer todos os dias nas nossas vidas, tanto como gostaríamos ou esperaríamos, das pessoas significativas à nossa volta? Se calhar a resposta é sim. Estamos desiludidos com alguém? Será que também desiludimos as pessoas significativas à nossa volta? Provavelmente sim. Ao contrario daquilo que nos acontece a todos, no dia-a-dia, estamos rodeados de “multidões” e na maioria dos casos, os verdadeiros amigos são somente “ um punhado” de pessoas, e às vezes nem isso, não é uma critica , mas uma constatação de um facto irrefutável.
Algumas das qualidades que procuramos nas pessoas à nossa volta são; alguém genuíno, integro, autentico, amoroso/a, com auto estima, flexível, responsável e disciplinado/a, com sentido de humor e com visão na vida. Podemos pensar, de que forma as nossas qualidades, em conjunto, e isto é muito importante, com as qualidades da outra pessoa podem contribuir para uma maior sinergia e entendimento?
Ao longo da minha experiência profissional, quando uma família, seja ela numerosa ou não e/ou que vivam todos “debaixo do mesmo tecto” ou separados, em que um ou vários dos seus membros se confrontem com um problema de abuso e ou dependência de drogas, álcool ou outro tipo de comportamentos adictivos alguns dos sintomas mais evidentes é sem duvida a incapacidade de comunicação aberta e sincera. Conforme o problema se vai “infiltrando” aplica-se uma regra que a curto e a médio prazo se torna disfuncional e geradora de insegurança e instabilidade na família que podemos chamar Regra do Silencio:
Não se fala sobre o assunto,
Não se ouve,
Não se expressa sentimentos entre os seus membros.
Todos na família são afectados por este ambiente disfuncional e gerador de discórdia e “apanhados nesta rede”.
Nesse sentido, gostaria de reforçar o “papel” da empatia, como “ferramenta” na comunicação e um traço de personalidade, na qualidade dos relacionamentos, na coesão entre relações, no respeito pelas diferenças de valores, na honestidade, e na estabilidade dos relacionamentos ao longo da vida. Precisamos de relacionamentos que permaneçam “sólidos” e “cresçam” no tempo. Que “sobrevivam” e ultrapassem os desafios e as vicissitudes ou conflitos existentes entre personalidades diferentes. Por vezes, são os conflitos entre relações, se geridos de uma forma construtiva e “justa para ambas a partes”, que se tornam num excelente bálsamo que acaba por reforça os “laços” de confiança e proporcionar uma maior longevidade e aceitação na relação entre pessoas.
Lembra-te que a empatia é uma característica da tua personalidade não pode ser somente uma competência profissional e ou de comunicação.
Concentra-te, cuidadosamente, quer física (linguagem corporal) quer psicologicamente, quando ouvires atentamente o ponto de vista da outra pessoa.
Tenta colocar de lado os teus próprios julgamentos e ou preconceitos.
Ouve ambas mensagens, as verbais e não verbais, e o seu contexto.
Responde frequentemente, de uma forma moderada, mas breve, às mensagens realmente importantes das outras pessoas. È importante ouvir.
Sê flexível e cuidadoso/a o suficiente na tua abordagem de maneira que a outra pessoa não se sinta desconfortável e ou intimidado/a.
Sê gentil, mas procura manter a outra pessoa focado nas questões importantes.
Responde somente às questões mais importantes; aquilo que é dito pela outra pessoa, por ex. experiências pessoais, comportamentos e sentimentos, a menos que exista uma razão para dar especial ênfase a uma delas especialmente.
Gradualmente conduz a conversa (exploração) na direcção de novos assuntos e sentimentos.
Depois de responderes com empatia, está atento às suas “pistas” que confirmem ou neguem a precisão das suas respostas/reacções. Por ex. se está a ser coerente com aquilo que diz e aquilo que sente.
Determina se as tuas atitudes / respostas, com empatia, ajudam a outra pessoa a permanecer focado no assunto importante, enquanto exploram e ou clarificam tópicos importantes
Identifica sinais de stress e/ou de resistência na outra pessoa. Tente aperceber-te se esse sinais surgem como consequência da tua falta de objectividade, por ex. não ser especifico ou porque estás a ser demasiado preciso ou exigente.
Mantém em mente que a capacidade em se utilizar a empatia é uma ferramenta que ajuda as outras pessoas a olharem para si mesmos e para as suas situações problemáticas mais claramente de forma a conseguirem lidar melhor com os seus problemas de mais eficazmente. Não conseguimos modificar os outros podemos proporcionar um ambiente de confiança, tolerância e seguro.
“Porque será que temos dois ouvidos e uma boca”. Será que precisamos de ouvir mais do que falar?
“[do grego empátheia] – Tendência de se colocar no lugar do outro, procurando sentir como se estivesse na mesma situação e circunstância experimentada pela outra pessoa.”
“Faculdade de experimentar os sentimentos e a conduta de outra pessoa. A empatia, ou endopatia, diz respeito a uma vivência pela qual quem a experimenta se introduz numa situação alheia, real ou imaginária, objectiva ou subjectiva, de tal modo que aparece como se estivesse dentro dela. “
Na minha opinião, uma das características mais proeminente na comunicação entre seres humanos (relacionamentos) é sem duvida a empatia.
Quem não gosta de ser ouvido activa e atentamente e/ou não ser interrompido quando se partilha um assunto sério? Quando se conversa com um amigo/a, quem não gosta de ser olhado nos olhos, como “prova” de ser escutado? Quem não procura ser compreendido e aceite tal como é? Quem não procura ser orientado e surpreendido pela positiva pelo seu amigo/a? Por ex. na relação entre o filho/a e os seus pais, entre mulher e marido, entre amigos/as, namorada e namorado, entre colegas de trabalho, nos rituais religiosos na nossa comunidade, patrão e empregado, etc.
Todos nós, procuramos alguém que esteja disponível, para nos apoiar e ou compartilhar, nas horas de maior sofrimento e/ou bem-estar e alegria. Somos seres gregários, por isso, precisamos de pessoas à nossa volta para satisfazer as nossas necessidades básicas, e claro vice-versa. Às vezes, criamos expectativas irreais e frustradas sobre o tipo de pessoas significativas que desejamos para a nossa vida, queremos algo que seja ideal e que imaginamos existir no nossos “imaginários”, contudo, mais tarde, constatamos que afinal havia algo “errado” nessa pessoa. Na realidade, ninguém é perfeito. Nós também não somos.
Podemos ambicionar que os nossos filhos sejam uma “imagem equilibrada e perfeita” de nós mesmos ou projectar neles futuros médicos/as, futebolistas, engenheiros/as, advogados/as, etc., como a única e exclusiva via para o sucesso emocional, financeiro e espiritual, não religioso, sem muitas vezes, respeitar as suas potencialidades e individualidades. Este tipo de situação também se aplica noutras realidades dos relacionamentos afectivos. Desrespeitamos e desvalorizamos as diferenças de personalidade e os valores morais.
Vemos isto a acontecer todos os dias nas nossas vidas, tanto como gostaríamos ou esperaríamos, das pessoas significativas à nossa volta? Se calhar a resposta é sim. Estamos desiludidos com alguém? Será que também desiludimos as pessoas significativas à nossa volta? Provavelmente sim. Ao contrario daquilo que nos acontece a todos, no dia-a-dia, estamos rodeados de “multidões” e na maioria dos casos, os verdadeiros amigos são somente “ um punhado” de pessoas, e às vezes nem isso, não é uma critica , mas uma constatação de um facto irrefutável.
Algumas das qualidades que procuramos nas pessoas à nossa volta são; alguém genuíno, integro, autentico, amoroso/a, com auto estima, flexível, responsável e disciplinado/a, com sentido de humor e com visão na vida. Podemos pensar, de que forma as nossas qualidades, em conjunto, e isto é muito importante, com as qualidades da outra pessoa podem contribuir para uma maior sinergia e entendimento?
Ao longo da minha experiência profissional, quando uma família, seja ela numerosa ou não e/ou que vivam todos “debaixo do mesmo tecto” ou separados, em que um ou vários dos seus membros se confrontem com um problema de abuso e ou dependência de drogas, álcool ou outro tipo de comportamentos adictivos alguns dos sintomas mais evidentes é sem duvida a incapacidade de comunicação aberta e sincera. Conforme o problema se vai “infiltrando” aplica-se uma regra que a curto e a médio prazo se torna disfuncional e geradora de insegurança e instabilidade na família que podemos chamar Regra do Silencio:
Não se fala sobre o assunto,
Não se ouve,
Não se expressa sentimentos entre os seus membros.
Todos na família são afectados por este ambiente disfuncional e gerador de discórdia e “apanhados nesta rede”.
Nesse sentido, gostaria de reforçar o “papel” da empatia, como “ferramenta” na comunicação e um traço de personalidade, na qualidade dos relacionamentos, na coesão entre relações, no respeito pelas diferenças de valores, na honestidade, e na estabilidade dos relacionamentos ao longo da vida. Precisamos de relacionamentos que permaneçam “sólidos” e “cresçam” no tempo. Que “sobrevivam” e ultrapassem os desafios e as vicissitudes ou conflitos existentes entre personalidades diferentes. Por vezes, são os conflitos entre relações, se geridos de uma forma construtiva e “justa para ambas a partes”, que se tornam num excelente bálsamo que acaba por reforça os “laços” de confiança e proporcionar uma maior longevidade e aceitação na relação entre pessoas.
Lembra-te que a empatia é uma característica da tua personalidade não pode ser somente uma competência profissional e ou de comunicação.
Concentra-te, cuidadosamente, quer física (linguagem corporal) quer psicologicamente, quando ouvires atentamente o ponto de vista da outra pessoa.
Tenta colocar de lado os teus próprios julgamentos e ou preconceitos.
Ouve ambas mensagens, as verbais e não verbais, e o seu contexto.
Responde frequentemente, de uma forma moderada, mas breve, às mensagens realmente importantes das outras pessoas. È importante ouvir.
Sê flexível e cuidadoso/a o suficiente na tua abordagem de maneira que a outra pessoa não se sinta desconfortável e ou intimidado/a.
Sê gentil, mas procura manter a outra pessoa focado nas questões importantes.
Responde somente às questões mais importantes; aquilo que é dito pela outra pessoa, por ex. experiências pessoais, comportamentos e sentimentos, a menos que exista uma razão para dar especial ênfase a uma delas especialmente.
Gradualmente conduz a conversa (exploração) na direcção de novos assuntos e sentimentos.
Depois de responderes com empatia, está atento às suas “pistas” que confirmem ou neguem a precisão das suas respostas/reacções. Por ex. se está a ser coerente com aquilo que diz e aquilo que sente.
Determina se as tuas atitudes / respostas, com empatia, ajudam a outra pessoa a permanecer focado no assunto importante, enquanto exploram e ou clarificam tópicos importantes
Identifica sinais de stress e/ou de resistência na outra pessoa. Tente aperceber-te se esse sinais surgem como consequência da tua falta de objectividade, por ex. não ser especifico ou porque estás a ser demasiado preciso ou exigente.
Mantém em mente que a capacidade em se utilizar a empatia é uma ferramenta que ajuda as outras pessoas a olharem para si mesmos e para as suas situações problemáticas mais claramente de forma a conseguirem lidar melhor com os seus problemas de mais eficazmente. Não conseguimos modificar os outros podemos proporcionar um ambiente de confiança, tolerância e seguro.
“Porque será que temos dois ouvidos e uma boca”. Será que precisamos de ouvir mais do que falar?
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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
O Bullying ( Rei-Bébe, Pequeno Tirano)

Os pais e os professores podem ter um papel importante na maneira como se lida com o bullying. De qualquer maneira, primeiro precisam de compreender o que é e quem são os bullies.
“Bullying is the persistent abuse of an underdog.”
O bullying é uma forma persistente de abuso. È aquele jovem que na relação com os seus pares reforça o fracasso e a discriminação entre as suas "vitimas". O bulliyng manifesta-se entre o grupo de pares, são comportamentos e atitudes negativas em que procuram claramente ofender, magoar, intimidar, manipular e gerar o conflito entre jovens. È um padrão de comportamento repetitivo que tem o seu inicio quando criança, e eventualmente, pode prolongar-se ao longo da vida.
O jovem que tem mais poder tira vantagem na maioria das situações, de uma maneira injusta, na relacionamento com o jovem com menos poder. O Bully (rei-bébé, pequeno tirano) observa e procura oportunidades para “apanhar a sua vitima”. O jovem com mais poder pode ser mais forte e mais crescido, com mais idade que a sua vitima. De qualquer maneira, as dinâmicas de poder do bully podem basear-se em diversos factores, tais como; pode ser filho de pais com recursos financeiros significativos, mais esperto, mais popular e ser um “ líder” de um grupo de seguidores “compinchas/cumplices”. A raça e ou o sexo podem ser factores deste tipo de poder desmedido.
Mais de metade dos tipos de bulliyng são abusos verbais, fazer julgamentos depreciativos, intimidar, insultos e humilhar. Existem outro tipo de ameaças, tais como, “Vou bater-te…”, “Vou roubar-te…”. Estas situações causam um efeito psicológico muito negativo. Depois existem as agressões físicas.
Consideramos importante, não confundir o acto de bullying com a violência e com a indisciplina. Na maioria dos casos, entendesse a violência como comportamentos isolados, por exemplo, roubo, assalto e agressão. A indisciplina está mais ligada ao interior da sala de aula, ao relacionamento pedagógico entre o professor e o aluno.
Os bullies tem um desejo muito forte de controlar e de poder sobre os outros jovens. Normalmente, são mais fortes do que aqueles que têm sua idade e são mais velhos que as suas vitimas.
Apesar das evidencias, os bullies apresentam algumas características comuns, que são surpreendentes. Por exemplo, os bullies normalmente tem uma auto estima normal ou acima da media. Não são muitos inseguros, não tem muita ansiedade e são normalmente calmos.
“Bullying is the persistent abuse of an underdog.”
O bullying é uma forma persistente de abuso. È aquele jovem que na relação com os seus pares reforça o fracasso e a discriminação entre as suas "vitimas". O bulliyng manifesta-se entre o grupo de pares, são comportamentos e atitudes negativas em que procuram claramente ofender, magoar, intimidar, manipular e gerar o conflito entre jovens. È um padrão de comportamento repetitivo que tem o seu inicio quando criança, e eventualmente, pode prolongar-se ao longo da vida.
O jovem que tem mais poder tira vantagem na maioria das situações, de uma maneira injusta, na relacionamento com o jovem com menos poder. O Bully (rei-bébé, pequeno tirano) observa e procura oportunidades para “apanhar a sua vitima”. O jovem com mais poder pode ser mais forte e mais crescido, com mais idade que a sua vitima. De qualquer maneira, as dinâmicas de poder do bully podem basear-se em diversos factores, tais como; pode ser filho de pais com recursos financeiros significativos, mais esperto, mais popular e ser um “ líder” de um grupo de seguidores “compinchas/cumplices”. A raça e ou o sexo podem ser factores deste tipo de poder desmedido.
Mais de metade dos tipos de bulliyng são abusos verbais, fazer julgamentos depreciativos, intimidar, insultos e humilhar. Existem outro tipo de ameaças, tais como, “Vou bater-te…”, “Vou roubar-te…”. Estas situações causam um efeito psicológico muito negativo. Depois existem as agressões físicas.
Consideramos importante, não confundir o acto de bullying com a violência e com a indisciplina. Na maioria dos casos, entendesse a violência como comportamentos isolados, por exemplo, roubo, assalto e agressão. A indisciplina está mais ligada ao interior da sala de aula, ao relacionamento pedagógico entre o professor e o aluno.
Os bullies tem um desejo muito forte de controlar e de poder sobre os outros jovens. Normalmente, são mais fortes do que aqueles que têm sua idade e são mais velhos que as suas vitimas.
Apesar das evidencias, os bullies apresentam algumas características comuns, que são surpreendentes. Por exemplo, os bullies normalmente tem uma auto estima normal ou acima da media. Não são muitos inseguros, não tem muita ansiedade e são normalmente calmos.
Apresentam outras características comuns:
Níveis baixos de popularidade ou acima do comum, muito populares, fora do seu próprio grupo de seguidores (grupo de pares) “compinchas.”
Capacidade de esconder o seu comportamento dos adultos. Aparentam ser inocentes e quando apanhados em flagrante, discutem defensivamente o seu ponto de vista.
Falta de empatia e compreensão pelos outros, baixa tolerancia.
Atitude defensiva perante a autoridade, recusa em seguir regras, por vezes, violentos para com os pais e os professores.
Os seus comportamentos abusivos vão piorando progressivamente quando as suas vitimas reagem às suas investidas.
Divertem-se a humilhar com os fraquezas das suas vitimas.
Os efeitos negativos que o bullying causa são do ponto de vista da estruturação da personalidade. As crianças sentem-se tristes e têm tendência para se isolarem, onde podem ser vitimas e ou noutras situações também elas podem tornar-se potenciais agressoras. Em muitos casos os jovens que são agredidos "vitimas" de bullying são incapazes de falar com os adultos (pessoas significativas, ex professores e /ou pais) sobre estas situações com medo das represalias e potenciarem o abuso. Por ex., casos nos EUA revelam que alguns alunos que pegaram em armas e depois vão para a escola. Existem também caso de bullying entre os jovens do sexo feminino. Apesar do abuso verbal, as raparigas têm tendencia a provocarem o boato, inventando historias falsas, "segredinhos" de forma humilhar ou a magoar a sua "vitima".
Os locais onde o maior numero de situações de bulliyng ocorrem é sobretudo nos recreios. Num inquérito, feito no 1º e 2º ciclo, em Portugal, chegou-se à conclusão que 72 por cento das situações de bulliyng são nos recreios.
Os intervalos são importantes para o desenvolvimento social, cognitivo, motor e para o equilíbrio emocional das crianças. Os alunos aprendem imensas coisas de uma maneira informal (relacionamento inter-pares).
O recreio promove a aprendizagem social de diferenças culturais, de género e idade, porque se encontram no mesmo espaço alunos de diversas idades. Deveria ser um espaço onde existisse margem de risco e ao mesmo tempo aventura.
A muitas crianças só lhes resta o recreio para brincarem porque em casa não existe espaço e muitas situações, não existe segurança na rua.
Verificamos que na maioria das escolas, os recreios não têm equipamentos onde os miúdos possam brincar. Recordo-me, por ex. das polemicas balizas que provocaram desastres serios e dramaticos. Nestas situações, verificam-se maior numero de ocorrências de bulliyng.
Devia de haver espaços onde fosse possível os alunos aliarem as suas actividades físicas às actividades de reflexão, em espaços com lugares sentados. Os alunos têm menos conflitos em espaços com materiais disponíveis e em bom estado de conservação.
Na minha opnião, o tempo de recreio nas escolas poderia ser um espaço mais construtivo e melhor aproveitado se fosse supervisionado e acompanhado, por pessoal da escola preparado para o efeito.
Não se deve agir somente nos momentos de crise, quando surgem problemas, mas intervir nomeadamente na prevenção. Identificar a relação que existe entre as pessoas e os factores de risco e os factores de protecção. Desenvolver programas que permitam às crianças a manifestação dos seus afectos, dos seus sentimentos e do contacto físico. A formação baseia-se em desenvolver competências sociais.
Níveis baixos de popularidade ou acima do comum, muito populares, fora do seu próprio grupo de seguidores (grupo de pares) “compinchas.”
Capacidade de esconder o seu comportamento dos adultos. Aparentam ser inocentes e quando apanhados em flagrante, discutem defensivamente o seu ponto de vista.
Falta de empatia e compreensão pelos outros, baixa tolerancia.
Atitude defensiva perante a autoridade, recusa em seguir regras, por vezes, violentos para com os pais e os professores.
Os seus comportamentos abusivos vão piorando progressivamente quando as suas vitimas reagem às suas investidas.
Divertem-se a humilhar com os fraquezas das suas vitimas.
Os efeitos negativos que o bullying causa são do ponto de vista da estruturação da personalidade. As crianças sentem-se tristes e têm tendência para se isolarem, onde podem ser vitimas e ou noutras situações também elas podem tornar-se potenciais agressoras. Em muitos casos os jovens que são agredidos "vitimas" de bullying são incapazes de falar com os adultos (pessoas significativas, ex professores e /ou pais) sobre estas situações com medo das represalias e potenciarem o abuso. Por ex., casos nos EUA revelam que alguns alunos que pegaram em armas e depois vão para a escola. Existem também caso de bullying entre os jovens do sexo feminino. Apesar do abuso verbal, as raparigas têm tendencia a provocarem o boato, inventando historias falsas, "segredinhos" de forma humilhar ou a magoar a sua "vitima".
Os locais onde o maior numero de situações de bulliyng ocorrem é sobretudo nos recreios. Num inquérito, feito no 1º e 2º ciclo, em Portugal, chegou-se à conclusão que 72 por cento das situações de bulliyng são nos recreios.
Os intervalos são importantes para o desenvolvimento social, cognitivo, motor e para o equilíbrio emocional das crianças. Os alunos aprendem imensas coisas de uma maneira informal (relacionamento inter-pares).
O recreio promove a aprendizagem social de diferenças culturais, de género e idade, porque se encontram no mesmo espaço alunos de diversas idades. Deveria ser um espaço onde existisse margem de risco e ao mesmo tempo aventura.
A muitas crianças só lhes resta o recreio para brincarem porque em casa não existe espaço e muitas situações, não existe segurança na rua.
Verificamos que na maioria das escolas, os recreios não têm equipamentos onde os miúdos possam brincar. Recordo-me, por ex. das polemicas balizas que provocaram desastres serios e dramaticos. Nestas situações, verificam-se maior numero de ocorrências de bulliyng.
Devia de haver espaços onde fosse possível os alunos aliarem as suas actividades físicas às actividades de reflexão, em espaços com lugares sentados. Os alunos têm menos conflitos em espaços com materiais disponíveis e em bom estado de conservação.
Na minha opnião, o tempo de recreio nas escolas poderia ser um espaço mais construtivo e melhor aproveitado se fosse supervisionado e acompanhado, por pessoal da escola preparado para o efeito.
Não se deve agir somente nos momentos de crise, quando surgem problemas, mas intervir nomeadamente na prevenção. Identificar a relação que existe entre as pessoas e os factores de risco e os factores de protecção. Desenvolver programas que permitam às crianças a manifestação dos seus afectos, dos seus sentimentos e do contacto físico. A formação baseia-se em desenvolver competências sociais.
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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segunda-feira, 14 de maio de 2007
Prevenção das Dependencias: Uma atitude diferente
Assiste-se a uma preocupação crescente com o consumo excessivo de alcool e o consumo intenso de drogas por um pequeno mas significativo numero de jovens vulneraveis. O consumo de substancias no inicio da adolescencia é um factor de risco relativamente a mais tarde se poder desenvolver um padrão nos consumos (abuso e/ou dependencia - adicção), bem como, actividades relacionadas com o crime (ex furtos, roubos, etc), doenças (ex. HIV/sida e/ou sexualmente transmissiveis) sendo maior o risco de emergir um tipo de comportamento anti-social no futuro (ex crimes, violencia, assaltos, violencia domestica, violações, etc)
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JOÃO ALEXANDRE RODRIGUES conselheiro certificado abuso de drogas e alcool
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19:45:00
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