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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Lisa Damour: Adolescência não é assim tão simples


Visite o video da Dra Lisa Damour (Fundação Francisco Manuel dos Santos)

A adolescência, é uma fase, explorar diferentes caminhos, desenvolver competências individuais e sociais - identidade e socialização. Nesta fase, os adolescentes herdam aquilo que a sociedade tem para oferecer, de bom e mau, certo errado. Fomos nós adultos que construimos o ambiente e o contexto para os adolescentes crescerem. Nesta fase, os pais são uma referência, um "farol", uma rede, que às vezes dão um "empurrão" para enfrentarem o desconhecido. Os filhos não escolhem os seus pais, merecem amor e desapego

sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Check in on those around you | #WorldMentalHealthDay 💛💚 #youarenotalone

 
Dia Mundial da Saude Mental. "Você não está sozinho."

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Sentimentos e a vida plena


 Não existem sentimentos "bons ou maus", todos são manifestações da vida plena e uma dádiva do auto conhecimento.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Sentimentos de raiva e ressentimento podem significar perda de qualidade de vida

A raiva e o ressentimento quando não são compreendidos e monitorizados são sentimentos auto destrutivos
 

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Apesar dos planos, serem da nossa responsabilidade, o resultado final está fora do nosso controlo






Podemos possuir boas intenções e fazer planos, mas não conseguimos controlar os resultados. A vida é difícil, precisamos de preparar-nos para o imprevisto, improvisando através de resiliência.

terça-feira, 9 de junho de 2020

O poder da palavra


Existem palavras, utilizadas como arma ou ferramenta, que mudam as pessoas

terça-feira, 2 de junho de 2020

Crise e mudança




A crise e a mudança, para melhor, andam de mãos dadas

quinta-feira, 21 de maio de 2020

O auto conhecimento e a felicidade




O auto conhecimento pode conduzir-nos ao âmago daquilo que é essencial à vida plena; felicidade.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Eu, eu e eu e depois tu.


«As crianças que são expostas à violência, na família, o seu cérebro revela o mesmo tipo de actividade que os soldados em combate.» ThePsychmind.com

Muito se escreve e se fala em violência domestica entre adultos, mas não podemos esquecer as crianças, oriundas de famílias disfuncionais, também elas expostas à violência pelos pais. Em muitos casos, estas crianças são manipuladas pelos pais narcisistas. O mundo dos adultos não é seguro para algumas crianças vulneráveis.
Eis algumas características de pais narcisistas e os seus jogos psicológicos segundo o Dr Dan Neuharth.
  • Proíbem os filhos de discordar do pai/mãe.
  • Utilizam a culpa, a manipulação e a pressão afim de satisfazer, em primeiro lugar, as necessidades do pai/mãe.
  • Comportamento imprevisível do pai/mãe.
  • Arruínam momentos felizes por causa do comportamento egoísta do pai/mãe.
  • Dramatizam, «culpam tudo e todos» e destabilizam a harmonia familiar.
  • Adotam jogos psicológicos – vitima/mártir.
  • Dizem aos filhos que podem confiar no pai/mãe, mas depois desiludem, visto não serem capazes de manter o compromisso por muito tempo.
  • Necessidade de ser o centro das atenções ou dominar os temas das conversas.
  • Estes pais nunca estão satisfeitos com o comportamento dos filhos.
  • Minimizam ou ridicularizam os sentimentos das crianças. Por exemplo, a criança chora e o pai/mãe faz chacota da situação em publico.


Se você é filho de um pai ou mãe narcisista, certamente não será o único e podemos considerar que é um sobrevivente. Existem muitos pais resilientes, que procuram educar os seus filhos de forma diferente dos seus pais narcisistas. Você considera que é um desses pais? 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Queremos as coisas, mas não sabemos negociar; a raiva é a única opção.


A imagem desta fotografia é elucidativa quanto à forma como a raiva e o ressentimento, são expressados através de manifestações agressivas, intimidadoras, controladoras e manipuladoras que podem afectar negativamente a dinâmica na família com consequências devastadoras a médio e a longo prazo.

O pai grita com mãe, o pai e a mãe gritam com o filho, e o filho manifesta a sua raiva (com a utilização do martelo) destruindo os seus brinquedos preferidos.
A raiva é um sentimento poderoso que nos proporciona a falsa sensação de poder e protecção. Em raiva (explosão) é-nos permitido insultar, castigar e em último caso agredir verbal e fisicamente.
Será possível expressarmos a raiva sem ser de uma forma explosiva e impulsiva com consequências negativas para a família? A resposta é sim. O problema não é a raiva, mas a forma como gerimos os sentimentos dolorosos e os conflitos.

 Algumas questões importantes na gestão da raiva:
Sabia que a vergonha (crenças rígidas e perfeccionistas) é um dos factores associados à "explosão" da raiva.
  • Quais são as suas expectativas na gestão dos seus sentimentos dolorosos e os conflitos?
  • Quais são as suas expectativas como membro da família?
  • Quais são as suas expectativas na resolução e gestão de conflitos?
  • Você anda stressado/a há vários meses? Anos? E não possui um plano de redução da ansiedade, dos impulsos, dos conflitos e gestão do tempo?

Facilmente nos iludimos. Colocamos expectativas elevadas e desproporcionadas sobre nós próprios e outros à nossa volta; pensamos que lideramos pela intimidação, manipulação e pelo controlo. Apesar das nossas melhores intenções, na maioria das vezes, queremos as coisas à nossa maneira, temos sempre razão, ansiamos pela resolução imediata e milagrosa dos problemas do dia-a-dia, antecipamos cenários catastróficos sobre o futuro e ao longo deste processo disfuncional vamos sabotando a comunicação honesta, a auto estima, a escuta activa, o respeito e a individualidade, a intimidade e a cumplicidade nos relacionamentos.
  
Caso você tenha problemas com "explosões" de raiva e deseja investir na literacia emocional procure orientação. Envie email para xx.joao@gmail.com

terça-feira, 29 de setembro de 2009

As Emoções são a nossa "Vida Interior"


Como se sente hoje? É Ok sentir...ser honesto/a consigo mesmo.


Abandonado/a, Aceite, Adequado/a, Afectado/a, Ansioso/a, Apático/a, Ambivalente, Apreensivo/a, Acarinhado/a, Arrependido/a, Atrapalhado/a, Amado/a, Aliviado/a, Absorto, Ausente, Aborrecido/a, Alegre, Abusado/a, Acanhado/a, Activo/a, Apaixonado/a, Auto-piedade, Assustado/a, Agradecido/a, Aparvalhado/a, Apático/a, Aturdido/a, Alheado/a, Angustia, Atónito,


Bem-disposto/a, Baralhado/a,


Ciúme, Coragem, Chateado/a, Calmo/a, Carinho, Confortável, Confiante, Cobarde, Constrangido/a, Contente, Culpa, Cansado/a, Compreendido/a, Comprometido/a, Cativado/a, Chocado/a, Coitado/a,


Desapontado/a, Desagradado/a, Desencorajado/a, Distraído/a, Desesperado/a, Desacreditado/a, Desanimado/a, Derrotado/a, Doente, Desconfortável, Desconfiado/a, Dominado/a, Desiludido/a, Desprezo, Deslumbrado/a, Dôr, Defensivo/a, Dividido/a,


Envergonhado/a, Estranho/a, Embaraçado/a, Enganado/a, Empatia, Encantado/a, Extasiado/a, Enfraquecido/a, Egoísta, Entorpecido/a, Estúpido/a, Excitado/a, Explorado/a, Encurralado/a, Em-baixo, Entorpecido/a,


Feliz, Falhado/a, Fascinado/a, Frustrado/a,


Gélido/a, Grato/a,


Humilde, Humilhado/a, Hostil, Hirto, Horrível,

Impotente, Injustiçado/a, Inveja, Importante, Indiferente, Impaciente, Intolerante, Irritado, Infeliz, Inseguro/a, Inferior, Ingénuo/a, Idiota, Inocente, Curioso/a,


Jovial, Julgado/a,


Livre, Luto, Lesado/a


Merecedor/a, Medo, Magoado/a, Miserável, Motivado/a, Maravilhado/a, Manipulado/a,

Natural, Nervoso,


Ódio, Ousado/a, Orgulhoso/a, Obcecado/a, Obstinado/a, Obtuso, Optimista,


Pena, Parvo/a, Provocado/a, Preocupado/a, Perturbado/a, Possessivo/a, Piedoso/a, Pasmado/a, Perda, Persuadido/a, Perplexo


Querido/a,


Ressentido/a, Raiva, Rejeitado/a, Remorso, Resignado/a, Respeitado/a, Rendido/a, Realizado/a, Receio, Relutante,


Só, Solidão, Satisfeito/a, Surpreendido/a, Seguro/a, Surpreso,


Triste, Tolo/a, Triunfante, Tranquilo/a,

Zangado

Útil, Usado/a,
Vazio, Vencedor/a, Vergonha,

Vamos sentir...e não fingir. Estas são apenas algumas das emoções se desejares podes acrescentar algumas que não constem da lista. Envia para xx.joao@gmail.com

domingo, 16 de agosto de 2009

Como lidar com o Pensamento rigido, inflexivel e a ansiedade extrema





  • Faça pausas de 10 mtos a cada 2 horas de trabalho intenso, no máximo. Repita estas pausas na vida diária. Inspire e expire.



  • Aprenda a dizer Não sem se sentir culpada ou pensar que vai magoar a outra pessoa. Agradar a “gregos e troianos” é um desgaste enorme e uma “missão impossível”.



  • Planeie o seu dia, mas deixe sempre espaço para o improviso e o imprevisto. Esteja consciente de que nem tudo depende de si e ou que seja exequível (agora e hoje).



  • Concentre-se numa tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus pensamentos (sou capaz de fazer isto e aquilo…) seguramente acabará confuso/a e ansioso/a.



  • Esqueça que você é insubstituível. No trabalho, em casa, etc. por mais que isso o desagrade, tudo anda sem a sua actuação directa ou indirecta, a não ser a sua própria.



  • Abra a mão de se sentir responsável pelo prazer dos outros. Não será a “fonte de desejo” ou o eterno “mestre-de-cerimónias”.



  • Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.



  • Diferencie os problemas reais daqueles problemas irracionais, e depois elimina-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.



  • Tente descobrir o prazer de eventos quotidianos, tais como, dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo que se consegue da vida.



  • Evite o envolvimento com a ansiedade e a pressão alheia. Espere um pouco e depois retome o dialogo – acção.



  • A família não és tu; está junto de si. Compõem a sua vida mas não são a sua própria identidade.



  • Entenda quais os princípios e convicções rígidas e fechadas que podem ser um grande peso , da trave do movimento e da busca.



  • É preciso ter sempre alguém em quem se confie a menos de um raio de 100 km. Não adianta estar mais longe.



  • Identifique a hora certa de sair de cena – retirar-se do palco – e deixar a roda livre. Nunca perca o sentido subtil da importância de uma saída discreta.



  • Não queira saber se falam mal de si, e acima de tudo não se atormente com esse lixo mental; Escute se falaram bem; com reserva analítica e sem qualquer convencimento.



  • Competir no trabalho, no lazer, na vida a dois é óptimo…para quem quer ficar sozinho, esgotado e perder o melhor.



  • “A rigidez é obra na pedra”, nunca no Homem. A ele cabe a firmeza e a integridade, que é completamente diferente.



  • Uma hora de intenso prazer substitui com folga 2 horas de pensamento sob pressão (stress). Rir repõe o pensamento positivo e critico construtivo, logo não perca a oportunidade de se divertir.



  • Não abandone as três grandes e inabaláveis amigas; a Intuição, a Inocência e a Fé.



  • Entenda de uma vez por todas, Você é aquilo que faz .


Autor Anónimo
Como sou uma pessoa ansiosa e acelerada gostaria de partilhar convosco este lembrete que utilizo há aproximadamente doze anos. Serve como orientação (mantras) e contem imenso alimento pró pensamento.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Algumas Dicas Sobre Como Lidar Com a Ansiedade


Alimento para o Pensamento...”


- Fazer pausas de 10 mtos, a cada 2 horas de trabalho, no máximo. Repetir essas pausas na vida diária, pensa em ti, analisando e avaliando as tuas atitudes.


- Aprende a dizer NÂO sem te sentires culpado ou achar que estas a magoar. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

- Planeia o dia, mas, deixa sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de ti.

- Concentra-te em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os teus pensamentos (cenários mentais) e as tuas intenções, acabarás baralhado e confuso.

- Esquece de uma vez por todas que és imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo de amigos. Por mais que isso te desagrade, tudo anda sem a tua actuação, a não ser a tua própria, claro.

- Abre a mão de ser responsável pelo prazer de todos. Não és a “fonte dos desejos”, e/ou o eterno “mestre de cerimonias.”

- Pede ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso em identificar as pessoas certas.

- Diferencia problemas reais dos problemas imaginários e elimina-os porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

- Tenta descobrir o prazer de factos quotidianos, como dormir, passear, ouvir musica, relaxar, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo que se consegue da vida.

- Evita o envolvimento com a ansiedade e tensão alheias. Espera um pouco e depois retoma o dialogo; põe acção e entrega os resultados.

- A família não és só tu, está junto a ti, compõem o teu mundo, mas não são a tua própria identidade.

- Entende quais os princípios e convicções “rígidas” que podem ser um grande “peso”; “da trave mestra” do movimento (valores) e da busca espiritual.

- È preciso ter sempre alguém em quem se confiar e se consiga falar abertamente, a menos de um raio de 100 km. Não adianta estar mais longe.

- Sabe a hora certa de sair de cena, “retirar-se do palco” e “ deixar a roda andar”, se necessário a gravidade dá uma ajuda. Nunca percas o sentido subtil da importância de uma saída de cena discreta.

- Não queiras saber se falam mal de ti e não te atormentes com esse “lixo mental”; escuta se falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

- Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois é óptimo...para quem quer ficar esgotado e perder o melhor da relação.

- “A rigidez é a obra na pedra”, não no homem. A ele cabe a integridade, que é muito diferente.

- Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono, logo não percas a oportunidade de te divertires.

- Não abandones as tuas três grandes e inabaláveis amigas; a intuição, a inocência e a fé.

- Entende de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente “ Tu és aquilo que fazes...”


Coloca em pratica, e com determinação, estas dicas e verás resultados positivos no dia-a-dia.